quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Tudo repleto de amor... (All Is Full Of Love)

lindíssima melodia e letra 

ela é Björk!

All Is Full Of Love

You'll be given love
You'll be taken care of
You'll be given love
You have to trust it


Maybe not from the sources
You have poured yours
Maybe not from the directions
You are staring at

Creed - My Sacrifice

dica musical do dia:

interessantíssima letra com lindíssima melodia: arte pura
atente bem à letra...

 

My Sacrifice

Hello my friend we meet again
It's been a while where should we begin
Feels like forever
With in my heart a memory
A perfect love that you gave to me
Oh I remember

(refrão)
When you are with me
I'm free
I'm careless
I believe
Above all the others we'll fly
this brings tears to my eyes
My sacrifice

qual a sua estratégia?


(...)Ontem, falei para 1.300 pessoas e perguntei a elas: “O que é mais importante do que o amor?” Ninguém levantou a mão. Mas se eu der um papel e disser: "Escreva aí quinhentas palavras sobre a estratégia para o mais importante da vida”, ninguém tem! Para a coisa mais importante da vida, não temos um plano bem pensado como temos para o futebol (...).

Patch Adams  - em entrevista ao Programa Roda Viva (2007)

Kierkegaard: a perda de si mesmo

“Aventurar-se causa ansiedade, mas deixar de arriscar-se é perder a si mesmo. E aventurar-se no sentido mais elevado é precisamente tomar consciência de si próprio.”
Soren Kierkegaard    

sistema limpa água e ainda produz energia?

Garota de 17 anos inventa sistema portátil que limpa água e produz energia

Publicado em Ciência & Tecnologia

 

A jovem inventora é uma das finalistas do concurso de ciência do Google. - Foto :Divulgação
por redação CicloVivo

Com apenas 17 anos, a jovem australiana Cynthia Sin Nga Lam desenvolveu um sistema portátil que pode facilitar muito a vida de pessoas que vivem em comunidades isoladas. A pequena tecnologia é capaz de purificar a água ao mesmo tempo em que gera energia.
A invenção foi apelidada de H2prO e tem como base apenas dois agentes principais: dióxido de titânio e luz. Ao entrar em contato com a luz, o titânio absorve a energia ultravioleta e gera radicais que auxiliam o processo de oxidação de compostos orgânicos, que se decompõem para produzir CO2 e H2O.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Tudo no mundo é digno de reverência?


A questão da
Reverência

Você crê que todas as coisas são dignas de respeito? Você age de modo a tratar a todas as criaturas com reverência? Provavelmente não fazemos isso.  

Em nossas vidas diárias, em nossas pequenas ações, desenvolvemos (por questões egóicas e culturais) a tendência de menosprezar a vida de outras criaturas (consideradas diminutas ou inferiores a nós), ou de acreditarmos não serem dotadas da mesma qualidade de vida que nós. 
Por inúmeras questões culturais, religiosas, econômicas ou simplesmente por desprezo, soberba ou preguiça, tratamos outras formas de vida sem considerar as seríssimas questões éticas implicadas em nossas ações. 
Quase nunca vislumbramos que devemos tratar com reverência (com respeito) todas as formas de vida: não importa se é um animal, um vegetal, ou simplesmente um simples elemento da natureza. A ética do homo sapiens é ainda bastante precária, frágil, contraditória e limitada. Há bem pouco tempo atrás considerávamos negros como sendo inferiores a brancos; mulheres, como inferiores aos homens, pagãos, inferiores a cristãos, indígenas e aborígenes, inferiores aos civilizados... etc. E não poucas pessoas ainda pensam assim hoje!
Por que então esperar que o homúnculo racional venha a considerar de modo respeitoso, outras criaturas não humanas? 
Por outro lado, há alguma forma realista de sobrevivermos no mundo sem antes modificarmos radicalmente nosso modo de ver e de tratar todas as demais criaturas e coisas do mundo? Há salvação para a humanidade, em subsistindo essa moral decadente que temos praticado?

Vejam só como nos complicamos com a nossa festejada ética hipócrita contemporânea:

O Brasil é um país com abundância de recursos e por isso sempre pensamos que poderíamos abusar da natureza, lança​ndo​ nossos esgotos nos rios, ​produtos tóxicos no ar, na terra e ​no mar, cortamos florestas, depredando​ e violentando a natureza de todas as formas possíveis. 
Em nome do progresso e pelo viés lógico do 'crescimento econômico' como lei, optamos deliberadamente pelo saque voraz da natureza... Sob o pressuposto do evolucionismo cultural e sob a luz do paradigma desenvolvimentista, optamos pela exploração em todos os níveis: do átomo aos compostos químicos (tão sintéticos quanto tóxicos), das profundezas do subsolo à camada de ozônio, temos conspurcando ar, terra e mares, encantados pelo mantran mágico balbuciado pelos políticos: progresso!! progresso!!! 
Parece que nenhum dos defensores de tantas bandeiras ideológicas coloridas da Modernidade se apercebeu de que a salvação da humanidade não está no antropocentrismo desenvolvimentista, nem no seu mais novo e macabro filhote, o hiperconsumismo*. 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Macaco: Marea de gente


"Cena Mob" feita para comemorar o 40 º aniversário do ECOM.  
ECOM é um movimento organizado como associação em 1971, reunindo mais de 175 organizações de pessoas com deficiência física em todo o Estado espanhol (145 delas na Catalunha).  Tal associação se destina a promover a igualdade de oportunidades às pessoas portadoras de deficiência física. Também é seu objetivo promover o fortalecimento das mesmas associações de deficiência física (fornecendo informação, aconselhamento, formação), bem como representar e defender os interesses das pessoas com deficiências físicas e entidades perante a Administração Pública e em diferentes órgãos. Atuam também em todas as áreas sociais (educação, transportes, saúde, trabalho, lazer, desporto ...) para defender o exercício dos direitos das pessoas com deficiências físicas e facilitar a sua autonomia pessoal.  
Neste 'clip', procurou-se recriar cenários da vida real (uma escola, uma quadra de esportes, um bar ao ar livre ...) onde eles interagem com as pessoas normais, com e sem deficiência. Se você quiser saber mais ou trabalhar nesta área, visite: http://www.ecom.cat  

(Diretores: Daniel Santi Hausmann e Feixas).



Mensajes Del Agua

 

Y que le voy a hacer si yo
amo lo diminuto?
Y que le voy a hacer si yo
no quiero que el oceano sea tan profundo?
Y que le voy a hacer si yo
de pequeño encontre la fuerza de mi mundo?
Y que le voy a hacer si yo
si yo pienso que ellos y nosotros sumamos uno
Que le voy a hacer?
Y es que gota sobre gota somos olas que hacen mares
Gotas diferentes, pero gotas todas iguales
Y una ola viene y dice:

Valdi Sabev - Endless Sky

música para ouvir, imagens para refletir

dica musical do dia: Endless Sky

As imagens do clip são ótimas para pensar um pouco sobre o comportamento e sobre a cultura humana...

O nome do compositor é Valdi Sabev.

 

 

 

 

 


 

o estilo musical:

Chill out music é um estilo de 'música eletrônica relaxante'.  
Chill out não era originalmente um estilo musical, mas um espaço (chill out rooms, que significa "quartos para relaxar"), onde se tocavam diversos estilos musicais semelhantes ao que se entende atualmente por chill out music. Atualmente há muitos bares e clubes devotados a este gênero musical.
 

Abaixo, outra composição de V. Sabev: 'Freedom'

 

 

 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

terça-feira, 14 de outubro de 2014

cada ser humano é um quebra-cabeças

cada ser humano é um quebra-cabeças, com as pecinhas embaralhadas desde quando nasce. Pecinhas multicoloridas com um único encaixe perfeito possível. Deus se alegra com a obra de Suas mãos e se alegra ainda mais quando vê que finalmente remontamos, sem perder nenhuma delas, as peças do quebra-cabeças que somos cada um de nós. Com a obra concluída, podemos voltar para casa com o visual maravilhoso do que somos... nos encontramos a nós mesmos. Mas, se apenas olharmos para cada peça individualmente, não conseguimos ter a noção de quão perfeita e maravilhosa é a obra em cada um, como sempre foi perfeita desde a origem.
Gláucia de Paula

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Torre transforma umidade do ar em água potável

Torre que transforma umidade do ar em água potável tem versão melhorada

. em Sustentabilidade

O projeto deve ajudar comunidades que sofrem com a falta de água na Etiópia. Foto :Divulgação

Água potável é um bem que ainda não está acessível a todas as pessoas no mundo. Pensando em uma solução prática para este problema, o arquiteto italiano Arturo Vittori criou a WarkaWater, uma torre que capta o vapor de água atmosférico e o transforma em água própria para o consumo. A ideia deu tão certo, que ele já desenvolveu uma versão melhorada do modelo.
O sistema não consiste em alta tecnologia. Pelo contrário, ele é tão simples que pode ser replicado em qualquer lugar. O melhor é que, além de ser eficiente, o WarkaWater, nas duas versões, é bonito, assemelhando-se a uma grande escultura.
O projeto foi pensado para ajudar comunidades que sofrem com a falta de água na Etiópia. Apesar de ainda não terem sido instalados no continente africano, os arquitetos já providenciaram a construção de um protótipo do WarkaWater2 no Instituto Italiano de Cultura e pretendem levá-lo para a Etiópia já em 2015.

domingo, 12 de outubro de 2014

Síndrome de Gabriela

Síndrome de Gabriela 



- parte I -
Mario Sergio Cortella, em sua obra 'Não Nascemos Prontos', (pág. 124) menciona um interessantíssimo comportamento psicológico batizado de "Síndrome de Gabriela". Quem conhece a música*, por certo se lembrará que a certa altura do refrão, a cantora declara: eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim... 
Deste modo, metaforicamente falando, não haveria problema algum se pensássemos na síndrome como pressuposto explicativo de nossa forma física (cor e tipo de cabelo, cor da pele ou dos olhos, estatura e formato do rosto, nariz, mãos etc). Porém, o que acabamos por fazer? nós estendemos inapropriadamente a noção de 'herança genética' advinda da biologia para também justificar/explicar os porquês de todos os nossos comportamentos, hábitos, manias, vícios etc. Então, diante da dificuldade de mudarmos nosso ‘jeitinho de ser’, acabamos assumindo que tudo decorre de algum tipo de determinismo genético. A nossa carga genética biológica explicaria tudo!

Não! Definitivamente, nossa biologia não explica tudo. A genética pode, no máximo, nos predispor a certas índoles, mas jamais determinar como seremos. Nossa personalidade sofre, evidentemente, muito mais influência do meio no qual se desenvolveu, do que propriamente da genética. Nem tudo é culpa dos ácidos desoxirribonucleicos (DNA). Mas, então por que não cair logo na tentação de pensar que somos mero resultado das influências empíricas ambientais (família, escola, sociedade)? Na verdade, nem é uma coisa, nem outra. Nem somos apenas o resultado do determinismo mecânico das moléculas de DNA, nem tampouco somos o resultado mecânico dos estímulos ambientais recebidos. Ambos os fatores são importantes coadjuvantes e indubitavelmente condicionantes, mas nem um, nem outro é determinante. Cada humano pode reagir de distintas formas, mesmo diante dos mesmos estímulos. Podemos, no máximo, arriscar prognósticos baseados em probabilidades.

De fato, não estamos querendo dizer que é fácil livrar-se de certos traços de personalidade. O condicionamento promovido pela endoculturação, ajuda a definir nossa visão de mundo, nossas crenças, nosso gosto musical e alimentar, nossas habilidades profissionais, nosso padrão estético e até mesmo a maioria de nossas regras morais de convivência social. Não nascemos com nada disso pronto, mas a cultura, associada às experiências individuais de cada um, se encarrega de configurar inúmeros traços de nossa personalidade.

O que somos? Afinal, temos uma identidade psíquica definida? 
Habita nosso psiquismo individual, aquilo que chamaremos de ‘eus psicológicos’ (expressão amplamente utilizada na literatura da psicologia gnóstica). Tais eus psicológicos guardam correspondência exata com o que chamamos de pensamentos e sentimentos. Eles funcionariam semelhantemente a 'programas de computador'. Programas são conjuntos de 'dados' gravados sobre um suporte midiático. Ou seja, cada programa é constituído de uma ‘memória’ específica, geralmente contendo comandos executáveis. Quando devidamente inseridas em uma máquina específica, ‘respondem’ aos estímulos advindos do ‘exterior’, executando aqueles comportamentos previamente escritos em sua programação. Tais ‘softwares’, tais memórias sempre executam mecanicamente a mesma tarefa para a qual foram previamente programadas.

Uma questão de autocontrole?
Controlar a ação destas memórias é certamente um trabalho muitas vezes complicado, ingrato e até inútil. Por detrás de cada velho hábito, costume, crença, paradigma, pensamento, sentimento ou comportamento, está um eu ou um conjunto de eus, um conjunto de programas (ou de memórias). Então, uma vez que o programa começou a executar certa tarefa, monitorar ou reprimir sua execução, quase nunca é fácil, muitas vezes até impossível para um usuário ingênuo que não conhece sua própria máquina (portanto, que não se autoconhece). Quase todos nós (se você é exceção, favor considerar-se excluído desta minha generalização) ...somos viciados em algo. É claro que há vários tipos de vícios, em muitos graus de intensidade, bem como associados a diversos tipos de situações ou substâncias. 
Uma coisa é evidente: nunca é fácil libertar-se de um vício, seja este numa substância psicoativa (nicotina, cocaína, codeína, cafeína, sacarina etc), seja em atividades (sexo, jogos, esportes radicais, filmes etc.). O estímulo de certas emoções garante uma produção extra de hormônios específicos, o que afeta o humor, a sensação de prazer, etc.

Mas (me pergunto sempre) "o que é fácil nessa vida?" Nascer e respirar foi algo fácil? aprender a andar ou a falar por acaso foi fácil? aprender fórmulas de trigonometria ou de física era assim tão fácil? desde quando nossos aprendizados deixaram de exigir esforço, empenho e algum sacrifício? 

Kierkegaard: ousar

“Ousar é perder o equilíbrio momentaneamente. Não ousar é perder-se definitivamente.”
“Acima de tudo, não perca seu desejo de prosseguir.”
  
Søren Aabye Kierkegaard 
(filósofo e teólogo dinamarquês que criticou o hegelianismo e as formalidades vazias da Igreja). 

Solar Fields - Unite

dica musical (instrumental)do dia:
Solar Fields - Unite

Roberta Flack - Killing Me Softly ( 1973 )

lindíssima música de R. Flack! melodia maravilhosa e voz excepcional

Killing Me Softly

Struming my pain with his fingers
Singing my life with his words
Killing me softly with his song
Killing me softly with his song
Telling my whole life
With his words
Killing me softly with his song

sábado, 11 de outubro de 2014

A dor e a delícia da democracia


09/10/2014

A dor e a delícia da democracia

Buscar informações sobre os candidatos e o que eles pensam sobre a reforma política é o primeiro passo para a solução dos problemas do sistema eleitoral brasileiro
2014 tem sido um ano de fortes emoções para quem acompanha, se importa, participa e gosta de política de verdade. Nesse cenário, manter a calma tem sido uma tarefa complicada para qualquer um, tenha a opção política que tiver. No ápice das emoções, os resultados do último domingo, acompanhados de uma avalanche de reações, representa muito trabalho para os próximos quatro anos.
Nós acabamos de eleger o Congresso mais conservador desde 1964, de acordo com o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Essa formação acende um sinal amarelo e fornece bases para o surgimento de um discurso político que gera retrocessos na conquista de novos direitos e também em direitos já consagrados. Desde os direitos das mulheres, dos negros, indígenas e LGBT, até o direito de acesso à informação e a liberdade de expressão.
Celso Russomano (PRB-SP), o deputado mais votado do país, tentou derrubar o projeto da Lei da Ficha Limpa na votação dos destaques da proposta, ao lado de Paulo Maluf e outros deputados. Russomano se apresenta como advogado, mas nunca passou no exame da OAB, e chegou a ser processado por advogar ilegalmente. Dentre vários escândalos, ele também foi ativo participante do escândalo das passagens da Câmara. O deputado usou a cota parlamentar paraviajar com a família para Nova York e Montevidéu. Nosso deputado mais votado ainda é acusado de peculato (apropriação, ou desvio, de recursos públicos em proveito próprio), crime de falsidade ideológica, aliciamento de clientes, suborno e de operar uma rádio ilegal no interior paulista sem a concessão do Ministério das Comunicações.

Animais reduzidos pela metade desde 1970



Animais selvagens foram reduzidos pela metade desde 1970, diz WWF

Outubro 2014.


Tom Miles, da Reuters

GENEBRA - As populações mundiais de peixes, pássaros, mamíferos, anfíbios e répteis diminuíram no total 52 por cento entre 1970 e 2010, muito mais rápido do que se pensava anteriormente, afirmou o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês).

O Relatório Planeta Vivo, publicado pela entidade conservacionista a cada dois anos, informou que as exigências da humanidade são atualmente 50 por cento maiores do que a natureza suporta, e a derrubada de árvores, o bombeamento de água do subsolo e a emissão de dióxido de carbono ocorrem mais rápido do que a Terra leva para se recuperar.
“Este dano não é inevitável, mas uma consequência da maneira que escolhemos para viver”, disse Ken Norris, diretor de ciência da Sociedade Zoológica de Londres, em um comunicado.
Mas ainda há esperança, se políticos e empresários adotarem a ação certa para proteger a natureza, pontuou o relatório.
“É essencial aproveitarmos a oportunidade – enquanto podemos – para desenvolver a sustentabilidade e criar um futuro no qual as pessoas possam viver e prosperar em harmonia com a natureza”, afirmou o diretor-geral internacional da WWF, Marco Lambertini.
A investigação sobre as populações de vertebrados revelou que os maiores declínios aconteceram nas regiões tropicais, especialmente na América Latina. O “Índice Planeta Vivo” da WWF se baseia em tendências nas 10.380 populações de 3.038 espécies de peixes, pássaros, mamíferos, anfíbios e répteis.
A pior queda foi entre populações de espécies de água doce, que diminuíram em 76 por cento ao longo de quatro décadas até 2010, enquanto as cifras de animais marinhos e terrestres sofreram uma queda de 39 por cento.