domingo, 25 de outubro de 2015

Aŭskultu: Escute músicas em Esperanto




Aŭskultu
 


Muzaiko ne ankoraŭ estas tute preta (Ni daŭre prilaboras muzikajn rajtojn, kolektas pli da kaj pli diversa parola kaj muzika enhavo ktp), tamen vi jam povas aŭskulti provelsendon ĉe Radionomy aŭ rekte kun via preferata muzikludilo, per via Android-aparatoOUYA-ludkonzolo.
Aŭ, se vi preferas aŭskulti nur la parolan enhavon kreitan rekte de Muzaiko, aŭskultu Muzaikon podkastforme. Alia ebleco estas aŭskulti apartajn babilajn programerojn.
Jen pli da informoj pri kiel aŭskulti radion Muzaiko.
Kaj se vi volas partopreni en la projekto aŭ simple komenti, bonvolu aliĝi al la gugla grupo de Muzaiko: retradio-projekto.

https://www.radionomy.com/en/radio/muzaikoinfo/index

sábado, 24 de outubro de 2015

O que é a Batra? (com vídeo explicativo)




 



A ONG Bauru Transparente (Batra) tem como objetivo de fiscalizar os poderes Executivo e Legislativo da cidade. A Batra começou em 2009 e, desde então, vem desenvolvendo uma série de atividades, tendo a finalidade de disseminar a importância da consciência política junto à população.

Em sua luta pela transparência, a Batra trabalha principalmente em duas linhas de ação:
 – Combate à corrupção 
- Projetos de conscientização em relação a questões como ética e cidadania. 
São da Batra os seguintes trabalhos:
Combate à Corrupção:
1. Luta para que a Câmara de Bauru não elevasse o número de Vereadores, conseguindo que o aumento fosse de apenas uma cadeira;

2. Implantação de várias diretrizes e sugestões na Lei da Ficha Limpa Municipal, aprovada na Câmara;

3. Cobrança junto ao MP sobre os gastos indevidos da Autarquia DAE – Depto de Água e Esgotos utilizando de recursos para obra da Estação de Tratamento de Esgotos;

4. Participação no Movimento contra a Corrupção em Analândia;

5. Participação em todas as etapas (Municipal,Estadual e Nacional) da Consocial;

6. Apoio ao movimento pela preservação do Cerrado bauruense;

7. Luta pela regulamentação e implantação da Lei de Acesso à Informação em Bauru tanto na Prefeitura quanto na Câmara;

Projetos de Cidadânia:
1. Projeto Voto Consciente com a realização de palestras de conscientização sobre o sistema eleitoral brasileiro para escolas públicas e privadas, universidades, moradores da periferia, etc.

2. Projeto Caravana da Cidadania em parceria com o IFC com palestras, formação de cidadãos para a fiscalização em postos de saúde da família;

3. Projeto Relatório de Demandas de Bauru realizado por um grupo interdisciplinar coordenado pela Batra para apontar aos partidos com sede em Bauru as necessidades da cidade em Educação, Saúde, Urbanização, Segurança, Meio Ambiente, Serviços Públicos, Bem Estar Social, Lazer e Esportes

4. Projeto de Acompanhamento dos Trabalhos Legislativos em Bauru com a divulgação de todo conjunto de informações referentes ao mandato de 2008-2012 possibilitando aos cidadãos análise minuciosa sobre todo trabalho realizado pelos vereadores em quatro anos de suas gestões;

5. Projeto do Livro Cidadania Consciente num regime democrático para ser integrado a grade curricular do ensino médio estadual em Bauru;

6. Organização da Gincana para alunos que tiverem aulas sobre o livro Cidadania Consciente com a distribuição de prêmios as equipes vencedoras dos colégios;
7. Programa Ágora: A Batra e o Jornal da Cidade na Escola, em parceria e harmonizados com a Lei de Diretrizes e Base da Educação, desenvolveram um programa educacional para levar aos estudantes da educação infantil, do ensino fundamental e ensino médio e superior, conteúdos e atividades que instrumentalizem, incentivem e desenvolvam o gosto pelo exercício amplo da cidadania, calcado em participação política efetiva, organizada, pacífica, qualificada pela informação, balizada pela ética e orientada para o bem comum da nossa sociedade

Todo município deveria ter uma organização que pudesse fazer o elo entre o cidadão comum e o Poder Público, auxiliando na fiscalização dos atos do Executivo e do Legislativo, uma entidade que incentivasse ações ligadas a Educação, Conscientização e divulgação das informações aos munícipes. 
No site da Batra (www.batra.org.br) há informações de como fundar uma ONG com estas características acima descritas. 
Boa sorte!
 

sábado, 17 de outubro de 2015

Fragmentos (Flávio Siqueira)

Fragmentos


Tudo o que vemos são fragmentos. Reflexos do que está em movimento. Nenhuma experiência se limita ao "fato" objetivo, mas acompanha o interminável fluxo da existência que modifica todas as coisas, o tempo todo. O que aconteceu ontem interferirá no hoje enquanto processa os desdobramentos de amanhã. Isso não vemos. Só vemos em parte. Fragmentos.


Palavras… Deixe que descansem

…palavras são apenas códigos. Elas costumam ser úteis quando expressam o que nos habita, o que somos. O que somos vale mais do que palavras. Quando alguém precisar de você, não se preocupe com as palavras. Apenas seja. Apenas esteja. Abrace, fique perto, ouça. Se as palavras vierem, ótimo. Caso contrário, deixe que elas descansem.


fonte: http://flaviosiqueira.com/

Crianças indígenas morrem de gripe e desnutrição

 

Crianças indígenas morrem mais de gripe e desnutrição





 RUBENS VALENTE
em ATALAIA DO NORTE (AM)



Infecção e fome explicam quase um quinto das mortes de crianças com menos de um ano entre 2000 e 2012.
Taxa de mortalidade infantil entre índios em 2012 foi mais do que o dobro da média nacional no mesmo ano 



A pequena Ingrid, filha do cacique da etnia mayoruna Antônio Flores, líder de uma aldeia com seu sobrenome no Vale do Javari (AM), teve apenas quatro dias de vida.
Na manhã do último domingo de março, dia 29, após o velório com parentes que vieram de aldeias a muitas horas de viagem pelo rio Solimões, o corpo do bebê foi enterrado em Atalaia do Norte (AM). A laje do túmulo foi improvisada com tijolos retirados do muro do cemitério.
A Folha presenciou a cena quando o cacique, falando em sua língua e traduzido por um primo, interpelou o enfermeiro no velório. Para Flores, a culpa pela morte foi o excesso de soro dado à criança no hospital de Tabatinga (AM). A causa oficial da morte foi infecção generalizada decorrente de problemas na gravidez.
A perda que atingiu a família se repetiu tragicamente em todo o território nacional entre 2000 e 2012. Dados do Ministério da Saúde obtidos pela Folha com a Lei de Acesso à Informação revelam que gripe e fome mataram 1.156 crianças indígenas de até um ano de idade no país, do total de 7.149 mortes no período.
Combinadas, as duas causas responderam por 16% de todos os óbitos, quase um quinto. As mortes por gripe representaram 13% do total, mais do que o dobro da média nacional para infecções respiratórias no período 2000-2011 na população brasileira de zero a cinco anos.
Entre os guaranis-caiuás, no Mato Grosso do Sul, 40 morreram de desnutrição, respondendo por 17% de todos as mortes do gênero entre os bebês indígenas no país, embora a etnia corresponda a 5% da população de índios brasileira. Outras 107 crianças xavantes morreram de gripe, ou quase 12% do total nacional.


SEM CAUSA

Os números indicam a persistência de alto número de mortes entre os ianomâmis. A taxa de mortalidade infantil saltou de 76 em 2000 para 150 em 2005, oscilou para 146 em 2011 e chegou a 133 em 2012.
A taxa de mortalidade infantil entre os índios em 2012, de 38 mortes para mil nascidos vivos, foi mais do que o dobro da taxa nacional observada nesse mesmo ano (15).

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

condicionamento, apego e acúmulo - parte II


Condicionamento; Velho, Apego, Expansão, Acúmulo



Como dissemos, estamos programados. O cérebro humano é um processo mecânico. Nosso pensamento é um processo materialista, e esse pensamento tem sido condicionado para pensar como budista, hindu, cristão, etc. Portanto, nosso cérebro está condicionado. É possível ficar livre do condicionamento? Há os que dizem que não, porque (…) como pode esse condicionamento ser completamente erradicado, de forma que o cérebro humano possa tornar-se extraordinariamente purificado, original, de infinita capacidade?

Muitas pessoas admitem isso, mas ficam satisfeitas em meramente modificar o condicionamento. Porém estamos dizendo que esse condicionamento pode ser examinado, observado, e pode haver total libertação do mesmo. Para descobrir por nós mesmos se é possível, ou não, temos de inquirir sobre nossas relações. (Idem, pág. 78)

Em geral temos um problema, tendemos a preocupar-nos com ele, a fragmentá-lo, analisá-lo, achar uma fórmula para resolvê-lo. E o pensamento, como se pode observar, é sempre reação do velho; portanto, nunca é novo, e o problema, entretanto, é sempre novo. Traduzimos o novo, o problema, em termos de pensamento, mas o pensamento é velho (…)
(A Essência da Maturidade, pág. 12)

(…) Como é possível descobrirdes o que é novo, com a carga do que é velho? É só pelo desaparecimento dessa carga que se descobre o novo. Assim, pois, para descobrir o novo, o eterno (…), necessita-se de uma mente extraordinariamente alerta, (…) que não vise a um resultado (…) não interessada em “vir-a-ser”. (…)
(O Que te fará Feliz, pág. 129)

A palavra “apegar-se” significa pegar, agarrar, ter a sensação de que você pertence a alguém e de que alguém pertence a você. Cultivar o desapego dá origem à falta de afeição, à frieza, (…) desenvolve o sentimento oposto (…) O desapego é um não-fato, enquanto o apego é um fato. (…) Quando há apego, cultivar o desapego é um movimento rumo à ilusão e você se torna frio, duro (…)
(Perguntas e Respostas, pág. 120)

Se estamos cônscios de que estamos apegados, vemos todas as consequências desse apego - ansiedade, falta de liberdade, ciúme, ira, ódio. No apego há também uma sensação de segurança (…) E, assim, há o possuidor e o possuído (…) Estou apegado a você do fundo de minha solidão e esse apego (…) diz: “Eu amo você” (…)
(Idem, pág. 121)

Você pode estar apegado a uma experiência, a um incidente, uma grande sensação de orgulho, (…) de poder, (…), de segurança (…) Se você percebe tudo isso, sem que ninguém lho diga, sem nenhum motivo, (…) então você verá que o insight revela a coisa toda como num mapa. Havendo esse insight, a coisa desaparece completamente e você não está mais apegado.
(Idem, pág. 121)

(Krishnamurti)

domingo, 11 de outubro de 2015

Música Ambiente - Chill out - Mix



00:00 Stray Theories - All I Know (Need a Name Remix)
05:54 Helios - First Dream Called Ocean (We Are All Astronauts Remix)
11:58 Nils Frahm - You (Teen Daze Rework)
17:20 Ruth Granton - People Help People (Isoline Remix)
21:55 Luke Howard - August (Kyson Remix)
27:00 Essay - 1991
32:35 Amoeba - Where I Was Meant To Be
38:01 Eliran Ben Ishai - I Always Look Back When I Leave
43:22 Indian Wells - Golden Shoes
47:04 Hiatus - Nimbus
50:20 Andre LP - Born
55:00 Selerac - Nair
01:00:13 Indigo - Absent
01:05:00 fin2limb - Takeoff
01:08:44 Helios - Ours Every Day
01:11:45 Soular Order - I'm Still Here
01:14:41 Air Shaper - Exit Strategy
01:16:22 Rhian Sheehan - Imber (Stray Theories Remix)
01:21:00 Eliran Ben Ishai - There's Little Bravery In Solitude
01:26:03 Stumbleine - Dawn

Pic by Randy P. Martin
http://randypmartin.com/
http://randy-p-martin.tumblr.com/

Assim é, se lhe parece


"Assim é, se lhe parece".

(título de peça teatral do italiano Luigi Pirandello, em 1917)

Reflita profundamente sobre isso...







E lembre-se:
"As coisas não acontecem COM você. As coisas acontecem PARA você."

domingo, 4 de outubro de 2015

Atman -- all is one

Município indígena campeão em suicídios!

Reportagem da agência Pública mostra por que São Gabriel da Cachoeira, com a maior população de índios do Brasil, tem índice de suicídios dez vezes superior à média nacional
por Congresso em Foco | 05/2015 

Município com 80% de sua população indígena fica às margens do Rio Negro

Natalia Viana, da Pública



Faz pouco mais de dois meses que ela se foi, um dia antes do seu aniversário. Maria – vamos chamá-la assim – completaria 20 anos em 2 de março. Ninguém diria que não era uma indiazinha como tantas que colorem as ruas de São Gabriel da Cachoeira, município no noroeste do Amazonas, às margens do rio Negro. Era baixinha, os cabelos negros sobre os ombros, as roupas justas, chinelo de dedos. Mas Maria estava ali só de passagem. No seu enterro os parentes contaram que tinham vindo rio abaixo para passar o período de férias escolares, quando centenas de indígenas de diversas etnias deixam suas aldeias e enchem a sede do município para resolver pendências burocráticas. Ali na cidade, ela arrumou namorado, um militar, e passava os dias com ele, quando não estava entre amigos. Mas nos últimos dias Maria andava triste: o casal havia rompido o namoro. Estava estranha, nervosa. Os parentes contaram que chegou a ter alucinações.
Os pais tinham achado bom o fim do namoro. Ninguém chegou a conhecer de perto o tal soldado. Nunca conseguiram ver o seu rosto porque, segundo contaram, quando ele vinha ao bairro do Dabaru, um dos mais pobres do município, onde a família morava numa espécie de vilazinha com casas coladas umas nas outras, ele sempre se escondia nas sombras formadas pela parca iluminação. Tinha o rosto coberto pelas trevas da noite. Era branco? Era preto? Era gente?
Na madrugada de sábado para domingo, dia 1o de março, depois de ter passado a tarde e o começo da noite com o irmão mais velho e amigos bebendo na praia do rio, Maria começou a se transformar de vez. Estava agressiva. Os olhos já não eram os dela, contou o irmão, reviravam e mudavam de cor enquanto ela gritava que os pais não gostavam dela, que era ele o filho predileto. O irmão ainda arrastou Maria de volta, mas, quando chegaram em casa, os pais não conseguiam enxergá-la. No lugar dela viam apenas algo escuro, uma sombra. Um ser da escuridão. O pai não pôde nem levantar da rede no pequeno quarto que dividia com os filhos. Ficou chorando, atônito. Maria entrou no quarto ao lado, bateu a porta. Não conseguiram abri-la, embora não estivesse trancada. Por uma fresta, viram quando ela amarrou uma corda e se enforcou. No momento seguinte, contam, a porta finalmente abriu. Ela já estava morta.

Dez vezes mais
Maria é a vítima mais recente de uma tragédia assombrosa que se repete com enredo semelhante há pelo menos dez anos em São Gabriel da Cachoeira e que foi traduzida em números pelo Mapa da Violência 2014, da Secretaria-Geral da Presidência da República.

Kial mediti? Por que meditar?



Ni devas vivi en la estanteco. Ne en la estonteco, nek en la pasinteco. La stato de meditado ne estas pensi, nek pripensi. Mediti estas ne pensi. Mediti ne estas agado, estas ne-agado.
Kial ni devas mediti?
Ĉar ni bezonas senti la veran pacon kaj feliĉon.
La esenco de la paco ne estas en la mensa laborego.
La menso ne scias kio estas la paco.
Kial ne-pensi? ĉar la simpla ago de pensi ekkaŭzas maltrankvilecon, kaŭzas ofte anksiecon, zorgante pri kio povas aŭ ne povas okazi, aŭ malkontenton pro la pasintaj spertoj.
Kioj estas la penso, la emocio kaj la sento?
La pensoj kaj la emocioj estas tre grava afero por ni.
La plej grava afero estas koni kiel niaj pensoj aŭ la emocioj funkcias. Scii tio permesas uzi plibone niajn kapablojn.
La koncentriĝo estas la vojo por atingi la stato de meditado.
ĉi tio nur okazas se ni estas kapablaj de vivi la momenton. Ĉu ni povas vivi la nuntempon, sen eskapis estantecon? 


sábado, 3 de outubro de 2015

O consumo e o dinheiro como religião - Flavio Siqueira

 

Interessante análise sobre os novos dogmas da pós-modernidade. Muitas vezes nos sentimos mais espertos que nossos pais, avós ou antepassados. Achamo-nos mais críticos, mais reflexivos e pessoas de mais bom senso que os que vieram antes de nós. Pensamos de nós mesmos que nos livramos dos dogmas, das crenças absurdas e das explicações incoerentes. Será?

O consumo e o dinheiro como religião

Apesar de usarmos os mesmos símbolos religiosos de sempre, parece que estamos aderindo a outros dogmas, muito mais ligados ao consumo, ao dinheiro, a aparência, aos valores de mercado, do que aos tradicionais valores das religiões, especialmente da fé cristã. Parece que mantemos os códigos, mas estamos mudando os significados.
Dentro dessa nova cultura quem são os hereges? Os sacerdotes? E os sacrifícios, pecado, céu, inferno?
Nesse programa Flavio Siqueira reflete sobre isso, responde e-mails de ouvintes e propõe novas perspectivas de olhar. Acompanhe!

Seg à sexta, ao vivo, 08h. Reprises diariamente 15h, 20h e 03h.

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http://www.webradiovagalume.com
http://www.flaviosiqueira.com
http://www.lojadoflaviosiqueira.com

 

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Nota de apoio à CGU

01/10/15  - Tribuna do Leitor - Jornal da Cidade - Bauru


A Batra - Bauru Transparente, juntamente com dezenas de outras organizações, movimentos e redes da sociedade civil que atuam no combate à corrupção e impunidade e para o fortalecimento das políticas públicas de transparência e acesso à informação receberam com preocupação a nota publicada pela Associação Nacional dos Auditores Federais de Controle Interno (ANAFIC), que relata a crescente precarização das condições de atuação da Controladoria-Geral da União (CGU).

Em 2003, a CGU foi estruturada como órgão encarregado de assistir direta e imediatamente a Presidência da República em assuntos que sejam relativos à defesa do patrimônio público, ao incremento da transparência na gestão publica, por meio das atividades de controle interno, auditoria pública, correição, prevenção e combate à corrupção, e ouvidoria. A CGU é ainda órgão central do Sistema de Controle Interno e do Sistema de Correição do Poder Executivo Federal.

Segundo a Anafic, desde 2011 a CGU vem sofrendo com sucessivos cortes orçamentários, redução do número de servidores e ausência de lei orgânica própria, fatores que impactam diretamente sua atuação. De 2011 a 2014 a avaliação da execução de programas de governo teve redução de 69,6%, as ações investigativas diminuíram  em 65,5%, o programa de sorteios públicos teve corte de 44,8% e o número de servidores efetivos encolheu 16,3%. A nota ainda dá conta dos rumores sobre a perda da condição de ministério pela CGU, que passaria a ser uma secretaria, auditando ministérios hierarquicamente superiores. Isto representaria um sério golpe para a sua autonomia.

A Batra, como organização que trabalha a favor da transparência e da eficiência na gestão pública, consciente de que a atual conjuntura política e econômica requer o fortalecimento dos mecanismos de controle interno, visando a prevenção e combate à corrupção e à impunidade, reconhecem que a CGU é a grande responsável pela implementação da Lei de Transparência, que trouxe avanços claramente mensuráveis para a prevenção e combate a corrupção no Brasil. Assim, manifesta apoio à autonomia da CGU e reivindica que o Governo Federal mantenha o status ministerial e tome providências imediatas e efetivas para sanar os problemas que prejudicam sua atuação.

- Que as propostas registradas na CONSOCIAL 2012, especialmente aquelas que versam sobre o incremento e ampliação da atuação da CGU, sejam respeitadas e implementadas; - Que a crise econômica não seja usada como desculpa para reduzir o controle da corrupção! - Que nos critérios a serem adotados para o corte de gastos do governo, esteja o de preservar os órgãos que aprimorem o funcionamento da máquina pública! Não à redução da capacidade de funcionamento da CGU!

Assine, na Internet, a petição pública contra o fim da CGU. Participe!