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quinta-feira, 15 de maio de 2014

pesquisas que confundem

As pesquisas que confundem os animais


As idas e vindas de um “hipocondríaco fanático” diante das fantásticas descobertas das publicações científicas que ora concluem uma coisa, ora o contrário

POR PEDRO VALLS FEU ROSA | 18/02/2014
Chico Kafka da Silva é um hipocondríaco fanático, daqueles que se acham muito doentes e passam o dia todo lendo pesquisas sobre saúde. Ele leu uma do Medical College, da Georgia (EUA), dizendo que cachorros e gatos reduzem o risco de alergias.
Como seria de se esperar, Chico foi correndo a uma loja comprar dois gatos e dois cachorros, com os quais esperava curar suas alergias. E lá vinha ele de volta, feliz com seus animais, quando resolver parar em uma banca de jornais e comprar a revista Epidemiology. Abriu-a e descobriu outra pesquisa, também norte-americana, concluindo que “as crianças que tinham um animal de estimação em casa estavam mais propensas a desenvolver asma”. Horrorizado, Chico voltou correndo à loja e devolveu a bicharada que havia adquirido.

sábado, 10 de maio de 2014

enigmas sobre o cérebro humano


Oito coisas que nós simplesmente 

não entendemos sobre o cérebro humano




PUBLICADO EM CIÊNCIA & TECNOLOGIA
Apesar de todos os avanços recentes da neurociência e dos processos cognitivos, ainda há muito sobre o cérebro humano que nós não sabemos. Aqui estão 8 dos problemas mais desconcertantes enfrentados atualmente pela ciência.
8. O que é a consciência?
Sem dúvida, a consciência é o mais surpreendente aspecto do cérebro humano. É isso, basicamente, que nos faz criaturas únicas e diferentes de todas as outras que habitam o planeta conosco: a autorreflexão de quem somos. A consciência nos permite experimentar e reagir ao nosso meio ambiente de uma forma aparentemente autônoma. Nós não somos zumbis, temos os nossos próprios pensamentos, sentimentos, opiniões e preferências – e essas características nos permitem descobrir o mundo e viver dentro dele.

sábado, 8 de março de 2014

Mudanças climáticas: Fundamentos Científicos

Fundamentos Científicos das Mudanças Climáticas

PUBLICADO 21 JANEIRO 2014. EM MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Por Mustafá Ali Kanso
Afinal as drásticas mudanças climáticas recentemente observadas em nosso planeta são realmente causadas pela ação humana?
Com o objetivo de apresentar, em linguagem acessível, respostas para estas e outras perguntas, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT-MC) e a Rede CLIMA publicaram a transcrição da palestra “FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS” proferida pelo pesquisador Carlos Nobre (em coautoria com a oceanógrafa Julia Reid e a jornalista Ana Paula Soares Veiga)
No texto encontramos as seguintes interrogantes:
  • Qual a principal razão da elevação da temperatura média da Terra nos últimos 150 anos – natural ou antropogênica (causada pelo homem)?
  • Quais são os feedbacks positivos e negativos do gás carbônico?
  • As projeções de mudanças climáticas do IPCC – Intergovernmental Panel on Climate Change (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) foram superestimadas?
  • Quais são as consequências das mudanças climáticas e do aquecimento global para a economia e a saúde humana?
  • Como devem ser analisados os erros cometidos pelo IPCC em relação às geleiras do Himalaia?
  • Qual é o papel das nações em desenvolvimento e desenvolvidas em relação às mudanças climáticas?
  • Para onde caminhamos?
Embasada no conhecimento mais atualizado sobre o assunto o documento foi editado em 44 páginas de papel reciclado no formato de um livreto de 15 cm x 21 cm e tem como público alvo estudantes universitários, educadores, responsáveis por políticas públicas, profissionais de comunicação e o público interessado em geral.
A distribuição é gratuita e a versão eletrônica está disponível para download no link:
http://www.portaldomeioambiente.org.br/noticias/mudancas-climaticas/7671-fundamentos-cientificos-das-mudancas-climaticas


fonte: http://www.portaldomeioambiente.org.br/noticias/mudancas-climaticas

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

A psicopatia e a relevância do DNA em sua determinação

Ao ler a reportagem abaixo, você notará uma conclusão óbvia: 
"O jeito de mudar o mundo" passa necessariamente pelo 'meio' da educação. 

Afinal, alguém nasce com nojo de gays, de judeus ou de nordestinos? algum ser humano nasce odiando/amando? alguém nasce racista ou 'skinhead'? alguém nasce com medo de barata ou adorando cães e gatos? alguém nasce torcedor do Flamengo ou do Palmeiras? 

Seja o respeito, seja o desprezo pelo 'outro', todos são comportamentos aprendidos socialmente, portanto, culturalmente construídos e introjetados nos indivíduos que fazem parte de certo grupo. Isto não lhe parece óbvio?

Sendo assim, a 'educação' e os exemplos vivenciados no dia a dia, desde que nascemos, tem papel importantíssimo na dinâmica dos relacionamentos entre as distintas ‘tribos urbanas’, entre os distintos grupos e tipos étnicos, exerce importantes condicionamentos no modo 'como lidamos' uns com os outros. 

Não é necessário negar a influência do fator genético. A falácia está em atribuir a esta única variável, todo o resultado final da 'equação' do comportamento humano. Tampouco podemos dizer que tudo é culpa do ambiente. Há interações entre estes dois fatores citados e também há uma coisa que geralmente muitos cientistas se esquecem: o livre-arbítrio. 

A liberdade humana também existe, mas na prática, as opções evidentemente acabam sendo muito mais limitadas. Não se trata de ser ingênuo e romântico a ponto de imaginar que todos pensam e sentem livremente, que escolhem sem a influência dos estímulos e condicionantes que há a sua volta. Condicionamentos sociais ou naturais são forças impressionantes que não se deve desprezar, mas tampouco são determinantes absolutos de quem somos...

No final, quaisquer influências acabam tendo um caráter mais ou menos relativo. Somos o resultado da interação entre fatores genéticos, congênitos, ambientais (socioculturais, linguísticos, religiosos etc), e transcendentais (subjetivos, racionais, intelectuais, volitivos) que estão dentro de nós.

Pensemos nisso.

Silvio MMax. 


 Pesquisador se descobre psicopata ao analisar o próprio cérebro

      24/12/2013


Um neurocientista americano que fazia estudos com criminosos violentos descobriu, por acaso, que ele próprio tinha "cérebro de psicopata".

Casado e pai de três filhos, James Fallon, professor de psiquiatria e comportamento humano da University of California, Irvine (UCI), disse à BBC Brasil que a descoberta fez com que ele reavaliasse seus conceitos a respeito de quem era. E transformou suas convicções enquanto cientista.

A experiência de Fallon, descrita no livro The Psychopath Inside, teve grande repercussão na internet.

Comentando o caso, um neurologista ouvido pela BBC disse que estamos interpretando os conhecimentos gerados pela genética de maneira "perigosa".

sábado, 7 de dezembro de 2013

filme sobre autoconhecimento e felicidade


Por que é que algo existe e não nada?
Pra que tudo isto? É por nada?
O que somos nós? 
Tem alguma coisa separada ou será que é uma integração?
Quem sou eu?
Qual é o sentido da vida?

O documentário brasileiro “Eu Maior” foi criado para tentar responder a essas perguntas através da voz de 35 personalidades brasileiras de diferentes áreas, com o intuito ecumênico de reunir diversidades de caminhos e visões em torno dessas questões centrais ao ser humano, e está sendo disponibilizado agora na íntegra (abaixo), junto da estréia nacional nos cinemas. Entre as personalidades entrevistas estão Leonardo Boff, Sri Prem Baba, Professor Hermógenes, Rubem Alves, Roberto Crema, Monja Coen, Marcelo Gleiser, Marcelo Gikovake, Glória Arieira, Mario Sergio Cortella, Ricardo Lindemann, Richard Simonetti, Waldemar Falcão, entre outros, reunindo abordagens como o Yoga, o Zen-Budismo, a Psicologia, Psiquiatria, Filosofia, o Vedanta, Espiritismo, Catolicismo, Arte, etc. O filme foi produzido por Fernando, Paulo e Marco Schultz e Andre Melman, estreou no último dia 21 de novembro em São Paulo,

EU MAIOR também está disponível em DVD/Blu-ray (com conteúdos extras exclusivos), e CD (trilha musical). Exibições independentes no cinema também podem ser organizadas. Mais informações no www.eumaior.com.br

Se preferir, assista o filme aqui: http://www.eumaior.com.br/

ou no canal http://www.youtube.com/watch?v=V0gquwUQ-b0




fonte:
http://dharmalog.com/2013/11/25/eu-maior-integra-video-autoconhecimento-felicidade/

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Inner Worlds, Outer Worlds - Part 1 - Akasha


“A real crise em nosso mundo não é a crise social, política ou econômica. É uma crise de consciência, uma incapacidade de experimentarmos diretamente nossa verdadeira natureza. Uma incapacidade de reconhecer essa natureza em todos e em todas as coisas.”
~ trecho de Inner Worlds Outer Worlds (2012)
Abaixo segue a primeira parte de Inner Worlds Outer Worlds,



Um documentário recém-lançado e intitulado “Mundos Internos, Mundos Externos” (Inner Worlds Outer Worlds), do canadense Daniel Schmidt, explora de maneira rica e visualmente atraente a conhecida sabedoria antiga – Védica e Hermética - que afirma que “Assim como no microcosmo, também no macrocosmo”.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

a Lei universal de Causa e Efeito, na versão cristã

Carta aos Gálatas: cap. 6:7
     "Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará."


Alguns outros versos do referido capítulo:

"Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão; olhando por ti mesmo, para que não sejas também tentado.
2Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo.
3Porque, se alguém cuida ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo.
4Mas prove cada um a sua própria obra, e terá glória só em si mesmo, e não noutro.
5Porque cada qual levará a sua própria carga.
6E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui.
7Não vos enganeis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.
8Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna".

A Epístola aos Gálatas, chamada por muitos de “A carta magna da Igreja” foi redigida pelo apóstolo Paulo, por volta dos anos 55-60 d.C e foi inicialmente endereçada às igrejas da Galácia (região da Ásia Menor).
A epístola é uma apologia da doutrina da justificação pela fé e faz uma série de advertências contra certos costumes e crenças do judaísmo fundamentalista.
Seu principal argumento é a defesa da liberdade cristã em oposição ao ensino de que a observância das cerimônias da lei (Torah), constituiria também parte essencial do plano de salvação divino.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

O mito do cientificismo: algumas anotações



A verdade científica, a objetividade e a neutralidade na ciência



Se formos avaliar o papel da ciência na história humana, seremos tentados a acreditar que o “método científico” seria uma das formas de produção de conhecimentos mais bem sucedidas que o Homem já elaborou.

Por meio dele, o Homem pôde superar inúmeros limites e transformar sua relação com a natureza: erradicou doenças endêmicas, foi ao espaço sideral, está decodificando códigos genéticos, inventou o rádio, a televisão, o telefone, o laser, o microprocessador etc.

Segundo a Professora Cristina G. Machado de Oliveira, na medida em que a ciência se mostrou capaz de compreender a realidade de forma mais rigorosa e tornou possível fazer previsões, rapidamente transformou o mundo. Diante de tantas maravilhas, desenvolveu-se a tendência de desprezar outras abordagens da realidade (religião, filosofia, arte, etc).

Já no séc. XIX, o positivismo valorizava exageradamente o conhecimento científico. Essa forma de pensar foi explicitada pelo filósofo francês Augusto Comte, fundador do positivismo, corrente filosófica segundo a qual a humanidade teria passado por estágios sucessivos (teológico e metafísico) até chegar ao ponto superior do processo, caracterizado pelo conhecimento positivo, ou científico. A preocupação positivista de tudo reduzir ao racional redunda no seu oposto, ou seja, na criação do mito do cientificismo, segundo o qual o único conhecimento perfeito é o científico. Então, em que consiste tal “mito”?

quarta-feira, 3 de abril de 2013

A Metodologia dos Programas de Pesquisa



A Metodologia dos Programas de Pesquisa



A epistemologia de Imre Lakatos (1922-1974) constitui-se em uma das mais importantes reflexões na filosofia na ciência no século XX. Lakatos, saindo da Hungria por motivos políticos, entrou em contato com a filosofia de Popper. Mesmo reconhecendo que "as idéias de Popper constituem o desenvolvimento filosófico mais importante do século XX", Lakatos concorda com as críticas de Kuhn e de Feyerabend.
Lakatos pretende, a partir daí, que a sua "metodologia dos programas de pesquisa científica" seja uma explicação lógica para o fazer científico, interpretando assim "as revoluções científicas como casos de progresso racional e não de conversões religiosas" como dão a entender os relativistas epistemológicos.

Desta forma, podemos afirmar que Lakatos está ao lado de Popper na luta contra as concepções que querem que a mudança científica "não esteja e não possa estar governada por regras racionais, caindo inteiramente no terreno da psicologia (social) da pesquisa". Assim, o crescimento do conhecimento se dá “essencialmente no mundo das idéias (no ‘Mundo 3’ de Platão e Popper), no mundo do conhecimento articulado que é independente dos sujeitos que conhecem”.

Parafraseando Kant, Lakatos diz que "a filosofia da ciência sem a história da ciência é vazia; a história da ciência sem a filosofia da ciência é cega". Deste modo, estabelece que a história da ciência pode ser utilizada para avaliar propostas metodológicas rivais; ademais, a filosofia da ciência ofereceria ao historiador epistemologias, metodologias que lhe permitiriam reconstruir racionalmente a “história interna”, complementando-a mediante uma “história externa” (sociopsicológica).

A avaliação objetiva do crescimento do conhecimento científico deve ser realizada baseando-se na constatação de mudanças, progressivas ou regressivas, para séries de teorias científicas dentro de um "programa de pesquisa".

A própria ciência, como um todo, pode ser considerada um imenso programa de pesquisa com a regra heurística fundamental de K. Popper: “arquitetar conjecturas que tenham maior conteúdo empírico do que as suas predecessoras.”

Assim, a história da ciência deve ser vista como a história dos programas de pesquisa e não simplesmente com uma análise das teorias consideradas isoladamente.


Silvio Motta Maximino

Fontes pesquisadas na elaboração deste texto:

Artigo de Fernando Lang da Silveira, intitulado “A FILOSOFIA DA CIÊNCIA DE IMRE LAKATOS: A METODOLOGIA DOS PROGRAMAS DE PESQUISA, disponível em:



CHALMERS, A . F. O que é ciência afinal? São Paulo: Brasiliense, 2000.