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sexta-feira, 26 de julho de 2019
sexta-feira, 7 de junho de 2019
Quem de fato é Bem-Aventurado?
Bem-Aventurados...
Enquanto alguém se identifique consigo mesmo,
não pode perdoar a ninguém. A um dói se o insultam, a outro dói se o humilham, a um terceiro dói se o menosprezam...
Por que?
Porque tem o "eu" do orgulho, do amor próprio, bem vivo dentro de si. Enquanto se tenha o "eu" do amor próprio, sempre doerá quando lhe ferirem o seu amor próprio.
Assim, se não nos identificamos, tornar-se fácil perdoar.
Digo ainda mais: Cancelar as dívidas é o melhor.
Diz também o evangelho do Senhor: Bem Aventurados os mansos porque eles herdarão a terra.
Isto é outra coisa que ninguém entendeu.
Bem Aventurados, diríamos, os não ressentidos porque se alguém está ressentido, como pode ser manso?
O ressentido passa o tempo fazendo contas: Ah, eu que lhe fiz tantos e tantos favores, e que o protegi, que lhe fiz tantas obras de caridades, vejam como me pagou; esse amigo a quem tanto servi agora não é capaz de me ajudar.
Eis aqui, portanto, as contas do ressentido.
O evangelho do Senhor quando diz "Bem Aventurados os mansos porque herdarão a terra" deve ser traduzido assim: Bem Aventurados os não ressentidos.
Como poderia alguém ser manso se está cheio de ressentimentos?
Quem está cheio de ressentimentos vive fazendo contas a todas as horas, logo não é manso.
Então, como poderia ser um Bem Aventurado?
Que se entende por Bem Aventurado? Entende-se alguém feliz.
Estão bem seguros de que são felizes? Quem é feliz?
Conheci muita gente que dizia: Eu sou feliz. Estou contente com a minha vida. Estou satisfeito.
Porém, foram desses mesmos que escutamos: Fulano de tal está me molestando, aquele sujeito não sai de cima de mim, não sei porque não me dão isto que tanto desejei, etc.
Não são felizes...Realmente, o que acontece é que são hipócritas... isso é tudo!
Ser feliz é algo muito difícil.
Precisa-se antes ser MANSO.
A palavra "Bem-aventurança" significa FELICIDADE ÍNTIMA.
Não dentro de mil anos, mas agora, aqui mesmo, no instante em que estamos vivendo.
Se nos tornarmos verdadeiramente mansos através da não identificação, chegaremos a ser felizes.
Samael Aun Weor
terça-feira, 26 de março de 2019
a última estratégia do ego para sobreviver
Alerta sobre o que estamos fazendo com nosso caminho de busca,
uma mensagem de cuidado com o ego e suas artimanhas, mesmo aquele (ego) que medita, faz ioga, vai a retiros, faz caridades, recitra mantras, isso e aquilo.
“O ego quer ser um grande meditador.O ego quer ser sábio e amoroso e compassivo.
Ele se vê lá. Todos irão dizer, “Nossa, desde que você voltou daquele retiro você está tão diferente. O que você encontrou? Me conte”.
Nada a ver com isso.
Não há nada que encontrar. Não há nenhum lugar a ir”. — Jetsunma Tenzin Palmo
fonte: http://dharmalog.com/2016/02/03/monja-ego-impostor-sabio-amoroso-compassivo-tenzin-palmo/
Coisas que tornam uma pessoa fraca
Como saber se nossa ação (ou se a motivação de nossa ação) é pura e sábia, ou não?*
Pergunte-se se você se encaixa em alguma das oito situações abaixo:
1.Querer ganhar;
2.Não querer perder;
3.Querer ser reconhecido;
4.Não querer ser ignorado.
5.Querer ser elogiado;
6.Não querer ser criticado;
7.Querer prazer;
8.Não querer dor;
*extraído da filosofia budista
quinta-feira, 19 de julho de 2018
o sonho da prisão
“Não há necessidade de uma saída!
Você não vê que uma saída é também uma parte do sonho?
Tudo que você tem que fazer é ver o sonho como sonho.”
— Sri Nisargadatta Maharaj (1897-1981), sábio indiano de Advaita Vedanta
“Auto-libertação é como estar preso em correntes de ferro em um sonho. Se você não sabe que está sonhando, seu cativeiro parece real, você acha que é real, e sua experiência parece confirmar que é real.
Mas se você sabe que está sonhando, você sabe que as correntes não existem de verdade, e por isso você não está verdadeiramente preso por elas. A prisão de fato não existe.
No sonho, nada precisa ser feito ou libertado — você é livre como você é. A experiência do sonho, mesmo que se pareça com uma experiência de prisão, está de fato auto-liberada.”
– Khenpo Tsultrim Rinpoche, mestre tibetano de meditação budista (ktgrinpoche.org)
Você não vê que uma saída é também uma parte do sonho?
Tudo que você tem que fazer é ver o sonho como sonho.”
— Sri Nisargadatta Maharaj (1897-1981), sábio indiano de Advaita Vedanta
“Auto-libertação é como estar preso em correntes de ferro em um sonho. Se você não sabe que está sonhando, seu cativeiro parece real, você acha que é real, e sua experiência parece confirmar que é real.
Mas se você sabe que está sonhando, você sabe que as correntes não existem de verdade, e por isso você não está verdadeiramente preso por elas. A prisão de fato não existe.
No sonho, nada precisa ser feito ou libertado — você é livre como você é. A experiência do sonho, mesmo que se pareça com uma experiência de prisão, está de fato auto-liberada.”
– Khenpo Tsultrim Rinpoche, mestre tibetano de meditação budista (ktgrinpoche.org)
domingo, 8 de julho de 2018
Deu ruim... A culpa é de quem? ... o autocontrole e a vitimização, segundo Osho
Excelente
reflexão de Osho sobre o problema do autocontrole, da vitimização, da
liberdade, do carma... uma sábia análise sobre a origem dos nossos problemas de
relacionamento.
A
questão da responsabilidade pessoal sobre tudo que nos acontece também é
abordada aqui. Não somos sujeitos passivos que sofrem a ação do inferno
e do céu, externos a nós mesmos...
Tanto um, quanto o outro, não estavam aqui aqui no mundo antes de nós
chegarmos. Eles acontecem porque estamos aqui!
Vale a pena ler:
Os hábitos obrigam você a fazer certas coisas; você é uma vítima. Os hindus dão a isso o nome de karma.
Cada ato que você repete, ou cada pensamento — porque os pensamentos
também são ações mentais sutis — fica cada vez mais forte. E então você
fica sob o domínio dele. Fica preso ao hábito. Você passa a viver a vida de um prisioneiro, de um escravo.
E esse aprisionamento é muito sutil; a prisão é feita de hábitos, de
condicionamentos e de ações que você praticou. Tudo isso está em torno
do seu corpo e você fica todo emaranhado, mas continua se fazendo de tolo, achando que é você quem está decidindo.
Quando fica zangado, você acha que é você quem decide ficar.
Você racionaliza e
diz que a situação exigiu esse comportamento: “Eu tive de ficar
zangado, senão a criança ficaria malcriada. Se eu não ficasse zangado,
as coisas dariam errado, o escritório ficaria um caos. Os empregados não
ouviriam; tive de ficar zangado para pôr as coisas em ordem. Para
colocar minha mulher em seu devido lugar, tive de ficar zangado.” Essas
são as racionalizações — é assim que seu ego continua a pensar que você ainda está no comando. Mas você não está.
A
raiva é fruto de velhos padrões, do passado. E, quando ela irrompe,
você tenta achar uma desculpa para ela. Os psicólogos têm feito
experiências e chegaram às mesmas conclusões que a psicologia esotérica
oriental: o ser humano é uma vítima, não é senhor de si mesmo.
Os
psicólogos deixaram as pessoas em isolamento, com todo conforto
possível. Tudo o que lhes fosse necessário era proporcionado, mas elas
não tinham contato nenhum com outros seres humanos. Viveram em
isolamento numa cela com ar-condicionado — sem ter de trabalhar, sem ter
nenhum problema, mas continuaram com os mesmos hábitos. Numa manhã, sem
nenhuma razão — porque elas tinham todo conforto, não havia com que se
preocuparem, nenhuma desculpa para ficarem zangadas —, um homem descobriu de repente que começava a sentir raiva.
Ela
está dentro de você. As vezes, surge uma tristeza sem nenhuma razão
aparente. E, às vezes, aflora um sentimento de felicidade, euforia ou
êxtase. Um homem destituído de todos os relacionamentos sociais, isolado
num ambiente com todo conforto, em que todas as suas necessidades são
satisfeitas, passa por todos os estados de ânimo pelos quais você passa
num relacionamento. Isso significa que alguma coisa vem de dentro e você a associa a outra pessoa. Isso é só uma racionalização.
Você se sente bem, você se sente mal e esses sentimentos borbulham da sua própria inconsciência, do seu próprio passado. Ninguém é responsável, exceto você.
Ninguém pode deixar você zangado ou feliz. Você fica feliz por sua
própria conta, fica zangado por sua própria conta e fica triste por sua
própria conta. A menos que perceba isso, você continuará para sempre um escravo.
O domínio do seu próprio eu você conquista quando percebe: “Sou absolutamente responsável por tudo o que me acontece. Seja o que for que acontecer, incondicionalmente — sou inteiramente responsável.”
A
princípio, isso o deixará extremamente triste e deprimido, porque,
quando pode jogar a culpa nos outros, você fica tranquilo e certo de que
não é você quem está errando. O que você pode fazer se a sua mulher
está se comportando dessa forma tão desagradável? Você tem de ficar com
raiva. Mas, veja bem, a sua mulher está se comportando dessa forma por
causa dos seus próprios mecanismos interiores. Ela não está sendo
desagradável com você. Se você não estivesse ali, ela seria desagradável
com o filho. Se o filho não estivesse ali, ela seria desagradável com a
pia cheia de louça; ela jogaria toda a louça no chão. Quebraria o
rádio. Ela teria de fazer alguma coisa; esse sentimento afloraria nela.
quarta-feira, 27 de junho de 2018
“O Poder do Agora” - por Eckhart Tolle
“O Poder do Agora” [TRECHO]
-Por Eckhart Tolle
A palavra iluminação transmite a ideia de uma conquista sobre-humana – e isso agrada ao ego –, mas é simplesmente o estado natural de sentir-se em unidade com o Ser. É um estado de conexão com algo imensurável e indestrutível. Pode parecer um paradoxo, mas esse “algo” é essencialmente você e, ao mesmo tempo, é muito maior do que você. A iluminação consiste em encontrar a verdadeira natureza por trás do nome e da forma. A incapacidade de sentir essa conexão dá origem a uma ilusão de separação, tanto de você mesmo quanto do mundo ao redor.
Quando você se percebe, consciente ou inconscientemente, como um fragmento isolado, o medo e os conflitos internos e externos tomam conta da sua vida. (…)Se você é governado pela mente, embora não tenha escolha, vai sofrer as consequências da sua inconsciência e criar mais sofrimento. Você vai carregar o fardo do medo, das disputas, dos problemas e do sofrimento. Até que o sofrimento force você, no final, a sair do seu estado de inconsciência.
“Enquanto não somos capazes de acessar o poder do Agora, vamos acumulando resíduos de sofrimento emocional. Esses resíduos se misturam ao sofrimento do passado e se alojam em nossa mente e em nosso corpo. Isso inclui o sofrimento vivido em nossa infância, causado pela falta de compreensão do mundo em que nascemos”.
Todo esse sofrimento cria um campo de energia negativa que ocupa a mente e o corpo. Se olharmos para ele como uma entidade invisível com características próprias, estaremos chegando bem perto da verdade. É o sofrimento emocional do corpo. Apresenta-se sob duas modalidades: inativo e ativo.
O sofrimento pode ficar inativo 90% do tempo, ou 100% ativado em alguém profundamente infeliz. Algumas pessoas atravessam a vida quase que inteiramente tomadas pelo sofrimento, enquanto outras passam por ele em algumas situações que envolvem relações familiares e amorosas, lesões físicas ou emocionais, perdas do passado, abandono, etc.
Qualquer coisa pode ativá-lo, especialmente se encontrar ressonância em um padrão de sofrimento do passado.Quando o sofrimento está pronto para despertar do estágio inativo, até mesmo uma observação inocente feita por um amigo ou um pensamento é capaz de ativá-lo.Alguns sofrimentos são irritantes, mas inofensivos, como é o caso de uma criança que não pára de chorar. Outros são monstros destrutivos e mórbidos, verdadeiros demônios. Alguns são fisicamente violentos; outros, emocionalmente violentos. Eles podem atacar tanto as pessoas à nossa volta quanto a nós mesmos, seus “hospedeiros”. Os pensamentos e sentimentos relativos à nossa vida tornam-se, então, profundamente negativos e autodestrutivos. Doenças e acidentes frequentemente acontecem desse modo. Alguns sofrimentos podem até levar uma pessoa ao suicídio.

meditação ativa
"Continue até que você se veja na pessoa mais cruel da Terra, na criança faminta, no prisioneiro político.
Pratique até que se reconheça em todos no supermercado, na esquina, no campo de concentração, numa folha, numa gota de orvalho.
Medite até que se veja numa partícula de poeira em uma galáxia distante.
Veja e ouça com todo seu SER.
Se você estiver
totalmente presente, a chuva do Dharma vai irrigar as sementes mais
profundas da sua consciência, e amanhã, enquanto você estiver lavando os
pratos ou olhando o céu azul, aquela semente vai germinar, e o amor e a
compreensão vão aparecer como uma linda flor".— THICH NHAT HANH, em 'Teachings on Love' (via Wake Up London)
quinta-feira, 1 de março de 2018
nenhum pensamento mora de graça...
Eis acima uma breve citação que pode encerrar múltiplos e profundos sentidos que se complementam...
Vamos refletir:
- Nenhum pensamento ou emoção é percebido (em nossa consciência de pensador) aleatoriamente ou sem motivo;
- Detalhe importante! Nenhum pensamento ou emoção se demora (nem se sustenta) em nossa psique sem um bom salário, sem boa "nutrição", sem uma boa acolhida;
- Mais importante ainda: Nenhum pensamento ou emoção permanece em nós por muito tempo sem que tenha conseguido se aninhar (ou se esconder) junto a outros sentimentos e pensamentos semelhantes que já estavam lá, antes dele (mesmo que não tenhamos a menor consciência prévia disto);
E agora, a parte mais interessante e paradoxal:
- Nenhum pensamento ou emoção reside em nós sem consequências, sem consumir boa ração, sem condicionar fragmentos de consciência, sem condicionar o comportamento do seu "hospedeiro".
- Nenhum pensamento ou emoção permanece em nós sem nossa atenção (positiva ou negativa) e consideração...
Em síntese:
acolhemos, nutrimos e valorizamos certa emoção ou pensamento, porque cremos em sua realidade interior, cremos que ele(a) realmente faz parte de quem somos...
Sim, nós nos identificamos com o pensamento e com a emoção, a ponto de acreditarmos sinceramente que "ele" somos nós mesmos, "falando" dentro de nós.
dica n. 1: não confie em seus pensamentos;
dica n. 2: não os leve tão a sério;
dica n. 3: não lhes dê mais valor do que realmente eles têm, pois quase sempre eles se mostram inúteis ou até prejudiciais.
Vamos refletir:
- Nenhum pensamento ou emoção é percebido (em nossa consciência de pensador) aleatoriamente ou sem motivo;
- Detalhe importante! Nenhum pensamento ou emoção se demora (nem se sustenta) em nossa psique sem um bom salário, sem boa "nutrição", sem uma boa acolhida;
- Mais importante ainda: Nenhum pensamento ou emoção permanece em nós por muito tempo sem que tenha conseguido se aninhar (ou se esconder) junto a outros sentimentos e pensamentos semelhantes que já estavam lá, antes dele (mesmo que não tenhamos a menor consciência prévia disto);
E agora, a parte mais interessante e paradoxal:
- Nenhum pensamento ou emoção reside em nós sem consequências, sem consumir boa ração, sem condicionar fragmentos de consciência, sem condicionar o comportamento do seu "hospedeiro".
- Nenhum pensamento ou emoção permanece em nós sem nossa atenção (positiva ou negativa) e consideração...
Em síntese:
acolhemos, nutrimos e valorizamos certa emoção ou pensamento, porque cremos em sua realidade interior, cremos que ele(a) realmente faz parte de quem somos...
Sim, nós nos identificamos com o pensamento e com a emoção, a ponto de acreditarmos sinceramente que "ele" somos nós mesmos, "falando" dentro de nós.
dica n. 1: não confie em seus pensamentos;
dica n. 2: não os leve tão a sério;
dica n. 3: não lhes dê mais valor do que realmente eles têm, pois quase sempre eles se mostram inúteis ou até prejudiciais.
Dicas de Eckhart Tolle sobre o Poder do Agora - I
O momento presente é a coisa mais preciosa que existePENSAMENTOS SELECIONADOS DE ECKHART TOLLE
As pessoas não percebem que agora é tudo o que é, não existe passado ou futuro exceto como uma memória ou antecipação em nossas mentes.
O passado te dá uma identidade e o futuro mantém a promessa de salvação ou de preenchimento na forma que for. Em ambos os casos o que temos é ilusório.
O tempo não é precioso de maneira alguma, porque é uma ilusão. O que você percebe como precioso não é o tempo mas o único ponto que está além do tempo: agora. Isto é de fato precioso. Quanto mais você estiver focado no tempo — passado ou futuro — mais você vai perder o agora, a coisa mais preciosa que existe.
Não deixe um mundo doente dizer pra você ter sucesso em outra coisa que esteja além do momento presente.
A maioria das pessoas nunca está presente completamente no agora, porque inconscientemente as pessoas acreditam que o próximo momento deve ser mais importante do que este. Mas assim você perde a vida inteira, que nunca é não-agora.
Assim que você começar a honrar o momento presente, toda a infelicidade e luta se dissolve e a vida começa a fluir com contentamento e facilidade. Quando você age a partir da consciência do momento presente, o que quer que você faça fica imbuído com um sentimento de qualidade, cuidado e amor — mesmo a mais simples ação.
Aonde você estiver, esteja totalmente presenteAonde você estiver, esteja totalmente presente. Se você acredita que o aqui e o agora são intoleráveis e te trazem infelicidade, você tem três opções: retirar-se da situação, mudar a situação ou aceitá-la totalmente. Se você quer ser responsável por sua vida, você deve escolher uma dessas três opções, você deve escolher agora. Então aceite as consequências.
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
vida e sonho
— Osho, em “A Cup of Tea”
domingo, 17 de setembro de 2017
Quando a espera é transformação
Pergunta:
Eu não sou rica nem tenho tudo de que preciso. Mas, mesmo assim, eu me sinto sozinha, confusa e deprimida. Existe alguma coisa que eu possa fazer quando esse tipo de depressão acontece?
Se está deprimida, fique deprimida; não “faça” nada. O que você pode fazer? Qualquer coisa que faça, fará por causa da depressão e isso a deixará mais confusa. Você pode rezar a Deus, mas rezará de modo tão deprimente que deixará até Deus deprimido com as suas orações!
Não cometa essa violência contra o pobre Deus. A sua oração será uma oração deprimente. Como você está deprimida, qualquer coisa que fizer virá acompanhada de depressão. Causará mais confusão, mais frustração, porque você não vai ser bem-sucedida. E, quando não é bem-sucedida, você fica mais deprimida, e esse é um ciclo sem fim.
É melhor ficar com a depressão original do que criar um segundo ciclo e depois um terceiro. Fique com o primeiro; o original é belo. O segundo será falso e o terceiro será um eco longínquo. Não crie esses últimos dois. O primeiro é belo.
Você está deprimida, portanto, é assim que a existência está se manifestando para você neste momento. Você está deprimida, então continue assim. Espere e observe. Você não vai poder ficar deprimida por muito tempo, porque neste mundo nada é permanente.
Este mundo é um fluxo. Ele não pode mudar as suas leis básicas por você, de modo que possa continuar deprimida para sempre. Nada aqui é para sempre; tudo está em movimento e em mudança. A existência é um rio; ela não pode parar para você, para que você possa continuar deprimida para sempre. Ela está em movimento — já mudou. Se você observar a sua depressão, verá que nem ela é a mesma; é diferente, está em mutação.
Só observe, continue com ela e não faça nada. É assim que a transformação acontece: por meio do não-fazer.
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
dois tipos de pessoas
“Para mim, existem dois tipos de pessoas:
as que perseguem seus objetivos e as que celebram a vida. Os que perseguem objetivos são loucos. Aos poucos, eles estão enlouquecendo – e estão gerando sua própria loucura. E a loucura tem a sua própria força; lentamente eles se afundam nela – assim, ficam completamente perdidos.
O outro tipo de pessoa não é um perseguidor de objetivos; ela não persegue absolutamente nada; ela celebra a vida.
E isso ensino a vocês: sejam os que celebram, comemorem! Já existe muita coisa – as flores vicejam, os pássaros cantam, o Sol está no céu – celebre a vida! Você está respirando e está vivo e tem consciência: festeje!
Com isso, de repente, você relaxa; aí não há mais tensão, não há mais angústia. Toda a energia que se houver transformado em angústia se torna gratidão. Seu coração passa a bater embalado por uma gratidão mais profunda – isso é oração. Orar é exatamente isso, um coração batendo com profunda gratidão.
Não é preciso fazer nada para isso. Apenas entenda o movimento da energia, o movimento sem motivação da energia. Ele flui, mas não em direção a um objetivo, ele flui como uma celebração. Ele se move, não em direção a um gol, se move por causa de sua própria energia transbordante.
Uma criança está dançando e pulando e correndo por toda parte; pergunte-a, “Onde você está indo?”. Ela não está indo a lugar algum – você vai parecer tolo pra ela. Crianças sempre pensam que adultos são tolos. Que pergunta tola, “Onde você está indo?”. Há alguma necessidade de ir a algum lugar? Uma criança simplesmente não consegue responder sua pergunta porque é irrelevante. Ela não está indo a lugar nenhum. Ela vai simplesmente dar de ombros. Vai dizer, “nenhum lugar”. Então a mente orientada-a-objetivos pergunta, “Então porque você está correndo?”- porque para nós uma atividade é relevante apenas quando leva a algum lugar.
E eu digo a você: não há nenhum lugar a ir. Aqui é tudo. Toda a existência culmina neste momento, converge para este momento. Tudo o que existe está fluindo para este momento – é aqui, agora.
Uma criança está simplesmente desfrutando a energia – ela tem demais. Ela está correndo, não porque tem que chegar a algum lugar, mas porque tem energia demais, tem que correr.
Aja desmotivadamente, apenas como um transbordamento de energia. Compartilhe, mas não negocie; não faça barganhas. Dê porque você tem; não dê para ter algo em troca – porque então você estará na miséria.”
– Osho (1931-1990), em “Tantra: The Supreme Understanding: Discourses on the Tantric Way of Tilopa’s Song of Mahamudra”
fonte: http://dharmalog.com/2014/12/01/aqui-e-tudo-nao-ha-nenhum-lugar-ir-toda-existencia-culmina-neste-momento-osho-aqui-e-agora/
domingo, 27 de agosto de 2017
Eckhart Tolle - entrevista
UMA ENTREVISTA COM MESTRE E. TOLLE
(COMO TUDO COMEÇOU)
Jenny Simon – As pessoas ao seu redor devem pensar que você é um
pouco lunático. Em sua experiência interior, você nunca questionou o que
aconteceu?
Eckhart – Não. Era tão claro e não havia nenhuma pergunta
sobre uma realidade que era tão óbvia. Uma vez eu disse que mesmo se tivesse
encontrado o Buda e ele me apontasse “não, não é isso”, eu diria – “que
interessante, mesmo Buda pode estar errado”. Isto não é algo do ego, é só para
deixar claro como essa realidade é tão óbvia que nenhuma questão mental,
nenhuma pergunta adiantaria. Por exemplo, se alguém me desse uma maçã e
dissesse “não, não é uma maçã”, eu diria “não, eu sei que é”.
Jenny Simon – Você aponta que seu estado de consciência implicou numa
redução de 80% na atividade de sua mente pensante. Isso criou alguma espécie de
carência ou algo parecido?
Eckhart- Bem, não tanto para mim, mas para as pessoas ao
meu redor (risos). Isso é certo, pois as pessoas que me conheciam,
especialmente a família, pais, alguns amigos, pensaram que algo errado tinha
acontecido comigo – isto porque por algum tempo, após a mudança, eu prossegui
com as estruturas externas de minha vida. Apenas prosseguia como se nada
houvesse acontecido, porque ainda havia um “momentum” e continuei seguindo-o
durante três ou quatro anos. Então percebi que essas estruturas externas
estavam totalmente fora do alinhamento com meu ser – no mundo acadêmico
totalmente dominado pela mente, o ego dominado completamente. Então aconteceu
um momento em que deixei tudo para trás…
domingo, 16 de julho de 2017
meditação 24 horas por dia: Mooji
Não tente se livrar dos apegos, apenas reconheça Aquele que os observa...
“Apenas observe o que aparece de
uma posição de neutralidade total, você tem o poder de fazer isso, não é
difícil, a maior parte do tempo você já faz isso, você já faz isso com várias
coisas, porque você não tem nenhum relacionamento em particular com elas.
Você pode ver esses dois objetos
aqui (mostrando um retrato de Ramana Maharshi e um guardanapo), você pode ver
ambos com igual claridade, mas se você tiver um relacionamento diferente com
este (mostrando o retrato), então é esse que provavelmente vai lhe causar
problemas, não este aqui (mostrando o guardanapo).
A maior parte das coisas que você vê no mundo não lhe causam problemas, porque você não tem nenhum sentimento especial por elas, você geralmente é perturbado pelas coisas que se tornaram valiosas pra você.”
A maior parte das coisas que você vê no mundo não lhe causam problemas, porque você não tem nenhum sentimento especial por elas, você geralmente é perturbado pelas coisas que se tornaram valiosas pra você.”
(Mooji* - 1º de março de 2008, em
Ubatuba, Brasil)
Note que essa “observação pura”, com “total neutralidade”, não quer
dizer nenhum tipo de desprezo, nem se trata de ‘ser indiferente’ às experiências
que a vida proporciona, às pessoas, ou à natureza. O “sentimento especial” que
surge quando há apego é o problema.
O desejo pessoal individual é o problema. A partir deste ‘desejo’ surge apego, o “sentimento” que atrai sofrimento.
E isso se dá toda vez que o objeto do apego se afasta de nós, desaparece, se transforma, se modifica, ou quando não podemos manipulá-lo ao nosso bel prazer.
O desejo pessoal individual é o problema. A partir deste ‘desejo’ surge apego, o “sentimento” que atrai sofrimento.
E isso se dá toda vez que o objeto do apego se afasta de nós, desaparece, se transforma, se modifica, ou quando não podemos manipulá-lo ao nosso bel prazer.
* O jamaicano Mooji (Anthony
Paul Moo-Young -1954), foi artista de rua em Londres, mas por fim tornou-se discípulo
do mestre indiano H.W.L. Poonja
(1910-1997)
fonte:
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