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quarta-feira, 27 de agosto de 2014
O tempo voa...
Tempus fugit
"o tempo foge",
as Geórgicas do poeta romano Virgílio que o digam:
(...) Sed fugit interea fugit irreparabile tempus...
(mas ele foge: irreversivelmente o tempo foge).
E se hoje fosse seu último dia? suas parcas horas?
que vida levaria hoje?
deste mundo alucinante e alucinado, o que ajuntaria e levaria?
Que inúteis ou belas obras faria?
quais ideias ou sentimentos escolheria?
quem seria sua companhia?
Em seus instantes breves e últimos,
com quais pensamentos se ocuparia?
que valor daria aos seus minutos?
que palavras escolheria? para quem as diria?
que lugares visitaria? que pessoas presentearia?
que tolices ousaria? quais evitaria?
trabalharia? compraria alguma perfumaria?
como gastaria seu último dia?
suas últimas horas seriam repletas ou vazias?
de quê as adornaria?
de desculpas e lamúrias as preencheria?
ou de alegria exultaria?
de que hábitos e rituais se lembraria?
músicas ouviria ou tocaria?
a algum telejornal assistiria?
comeria ou brincaria?
ou ainda só esperaria?
silvio m.max.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
omissão e decadência
"A
decadência de uma sociedade começa quando o homem pergunta a si
próprio: 'O que irá acontecer?', em vez de inquirir: 'O que posso eu
fazer?' "
Denis de Rougemont (escritor suíço - séc. XIX)
(cit. por M.S. Cortella - na obra "Não nascemos prontos: provocações
filosóficas")
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Oração ao Deus desconhecido - Nietzsche
Oração ao Deus desconhecido
Antes de prosseguir no meu caminho
E lançar o meu olhar para frente
Uma vez mais elevo, só, minhas mãos a Ti,
Na direção de quem eu fujo.
A Ti, das profundezas do meu coração,
Tenho dedicado altares festivos,
Para que em cada momento
Tua voz me possa chamar.
Sobre esses altares está gravada em fogo
Esta palavra: “ao Deus desconhecido”
Eu sou teu, embora até o presente
Me tenha associado aos sacrílegos.
Eu sou teu, não obstante os laços
Me puxarem para o abismo.
Mesmo querendo fugir
Sinto-me forçado a servi-Te.
Eu quero Te conhecer, ó Desconhecido!
Tu que que me penetras a alma
E qual turbilhão invades minha vida.
Tu, o Incompreensível, meu Semelhante.
Quero Te conhecer e a Ti servir.
Friedrich Nietzsche (1844-1900) em Lyrisches und Spruchhaftes (1858-1888). O texto em alemão pode ser encontrado em Die schönsten Gedichte von Friederich Nietzsche, Diogenes Taschenbuch, Zürich 2000, 11-12 ou em F.Nietzsche, Gedichte, Diogenes Verlag, Zurich 1994.
Leia abaixo, uma importante observação:
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
quais são os nossos limites?
Há um tempo atrás conheci a História
de Jessica Cox. Ela nasceu sem braços devido a uma
enfermidade congênita. Sofreu muito com esta situação
quando criança. Entretanto, decidiu reverter seu papel de Vítima
para um papel de Vencedora.
Acreditou em si, em sua Força e em suas
Capacidades. Tomou a decisão de SUPERAR-SE.
Hoje é graduada em Psicologia. Escreve
25 palavras por minuto utilizando os seus pés. Seca seus cabelos, aprendeu
a maquiar-se e trocar suas lentes de contato. Dirige carros e, pasmem: AVIÕES.
Usando apenas os pés. É titular de permissões para dirigir
sem restrições. Com 26 anos e 1,55 metros de altura é
a primeira mulher piloto na história da aviação que pilota
sem braços.
Esta mulher inspiradora e heroína para
muitos irradia Felicidade
e um grande senso de humor. Além de ser uma oradora motivacional ela
também tem sido incentivadora na Rede Internacional de Crianças
Amputadas nos últimos 5 anos. A Lição de Vida da Jessica
é Geradora de Reflexão, Força e Motivação.
Suas atitudes de superação nos
faz questionar os limites que estabelecemos para nós mesmos. Isto porque
inúmeras vezes esquecemos QUEM SOMOS e do QUE SOMOS CAPAZES... Contabilizamos
derrotas, fracassos, desilusões e entramos para o “piloto automático”
que sempre nos sugere manter-nos em nossa “Zona de Conforto”.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Kierkgaard e o desespero
“A mais profunda forma de desespero é escolher ser outro que não a si mesmo.”
(filósofo existencialista Sören Kierkgaard - 1813-1855)
domingo, 15 de dezembro de 2013
A Filosofia ateísta de "Dr. House": uma ética e muitas reflexões
Para refletir...
Será que damos valor demais à simpatia, à solidariedade e ao amor? Somos, na verdade, apenas animais egoístas, vis, que rastejam pela terra, em uma existência insípida?
Henry Jacoby e William Irwin, na obra "House e a Filosofia - Todo Mundo Mente" (ed. Madras), analisam essas e outras questões filosóficas que surgem no decorrer da famosa série de TV que possui aficionados aos milhares pelo mundo todo.
Em “House”, a conduta aparentemente antiética do protagonista, no esforço para salvar seus pacientes, frequentemente se opõe à lógica da “razão que determina a vontade” (do filósofo Immanuel Kant) ou simplesmente conflita com a moral hipócrita das pessoais.
Sentimo-nos desconfortáveis com suas escolhas, reprovamos suas atitudes, mas simultaneamente celebramos sua genialidade e sinceridade.
Será que o compromisso obsessivo com uma meta que se posicione acima da própria ética (o bem-estar do paciente) autoriza desvios de conduta para atingi-la?
Para
quem acompanha ou acompanhou a série de TV "Doutor House", já deve
ter se deparado com situações difíceis de se resolver, seja do ponto de vista
humano e pessoal, seja do ponto de vista do interesse social, seja sob o ângulo
do debate filosófico da Ética, ou simplesmente do ponto de vista moral
religioso.
Será que damos valor demais à simpatia, à solidariedade e ao amor? Somos, na verdade, apenas animais egoístas, vis, que rastejam pela terra, em uma existência insípida?
Henry Jacoby e William Irwin, na obra "House e a Filosofia - Todo Mundo Mente" (ed. Madras), analisam essas e outras questões filosóficas que surgem no decorrer da famosa série de TV que possui aficionados aos milhares pelo mundo todo.
Em “House”, a conduta aparentemente antiética do protagonista, no esforço para salvar seus pacientes, frequentemente se opõe à lógica da “razão que determina a vontade” (do filósofo Immanuel Kant) ou simplesmente conflita com a moral hipócrita das pessoais.
Sentimo-nos desconfortáveis com suas escolhas, reprovamos suas atitudes, mas simultaneamente celebramos sua genialidade e sinceridade.
Será que o compromisso obsessivo com uma meta que se posicione acima da própria ética (o bem-estar do paciente) autoriza desvios de conduta para atingi-la?
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
homem: imanência e transcendência: a ideia do Sagrado
O homem moderno é o primeiro em toda a história que não tem uma ideia do sagrado, que vive uma vida muito mundana. Ele está interessado em dinheiro, poder, prestígio, e acha que isso é tudo. É uma noção muito estúpida.
Sua vida é repleta de coisas pequenas, muito pequenas. Ele não tem ideia de coisa alguma maior que ele mesmo. Negou Deus, disse que Deus está morto. Negou a vida após a morte, negou a vida interior.
Ele só acredita em negar o centro; por isso, vemos tédio em toda parte. Isso é natural, porque, sem algo maior com que você possa se identificar, sua vida vai ser entediante, chata.
Uma vida só se torna uma dança quando é uma aventura. E só pode se tornar uma aventura quando há algo maior que você para ir atrás, para alcançar.
O sagrado significa simplesmente que nós não somos o fim, que somos apenas uma passagem, que nem tudo já aconteceu, muito ainda está por vir.
A semente tem de se tornar um broto, o broto tem de se tornar uma árvore, e essa árvore tem de esperar pela primavera e tem de se abrir em milhares de flores e lançar sua alma no cosmos. Só então haverá realização.
E o sagrado não está longe, só temos de começar a procurá-lo. No início tateamos no escuro, é claro, mas logo as coisas começam a entrar em sintonia, logo passamos a vislumbrar o além, uma música inaudível vai chegando ao nosso coração.
Ela agita nosso ser, começa a nos dar uma nova cor, uma nova alegria, uma nova vida.
Sua vida é repleta de coisas pequenas, muito pequenas. Ele não tem ideia de coisa alguma maior que ele mesmo. Negou Deus, disse que Deus está morto. Negou a vida após a morte, negou a vida interior.
Ele só acredita em negar o centro; por isso, vemos tédio em toda parte. Isso é natural, porque, sem algo maior com que você possa se identificar, sua vida vai ser entediante, chata.
Uma vida só se torna uma dança quando é uma aventura. E só pode se tornar uma aventura quando há algo maior que você para ir atrás, para alcançar.
O sagrado significa simplesmente que nós não somos o fim, que somos apenas uma passagem, que nem tudo já aconteceu, muito ainda está por vir.
A semente tem de se tornar um broto, o broto tem de se tornar uma árvore, e essa árvore tem de esperar pela primavera e tem de se abrir em milhares de flores e lançar sua alma no cosmos. Só então haverá realização.
E o sagrado não está longe, só temos de começar a procurá-lo. No início tateamos no escuro, é claro, mas logo as coisas começam a entrar em sintonia, logo passamos a vislumbrar o além, uma música inaudível vai chegando ao nosso coração.
Ela agita nosso ser, começa a nos dar uma nova cor, uma nova alegria, uma nova vida.
Osho, em "Meditações Para o Dia"
fonte:
terça-feira, 8 de outubro de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Somos livres ...
“Um gafanhoto não tem outra opção a não ser agir como um gafanhoto.
Jamais fará mel ou polinizará plantas como as abelhas fazem. O
comportamento de um gafanhoto é rígido, mas um ser humano é único nesse
sentido, podemos agir como uma abelha ou como um gafanhoto. Somos livres
para mudar e manipular os padrões com os quais interagimos com o mundo. Podemos
viver em simbiose ou como um parasita.”
~ trecho de “A Espiral“, segunda parte do documentário “Mundos Externos, Mundos Internos”, de Daniel Schmidt
~ trecho de “A Espiral“, segunda parte do documentário “Mundos Externos, Mundos Internos”, de Daniel Schmidt
sábado, 1 de dezembro de 2012
Fenomenologia e Psicologia: Husserl e Stein
Fenomenologia e Psicologia em Edmund Husserl e Edith Stein: psicopatologia e psicologia clínica
No início e aos 36 minutos desse vídeo, há menção à obra Introdução à Fenomenologia (já traduzida para o italiano e espanhol), a qual tive a honra de ilustrar com mapas conceituais ao final de cada capítulo.
(o video, porém, é do curso ministrado durante 5 dias, em 2011 na USP)
OBJETIVOS: Aprofundar a perspectiva da
fenomenologia como método e as contribuições à psicopatologia e aos cuidados
oferecidos em psicologia clínica, na área das pesquisas clínicas e
psicoterapias.
No início e aos 36 minutos desse vídeo, há menção à obra Introdução à Fenomenologia (já traduzida para o italiano e espanhol), a qual tive a honra de ilustrar com mapas conceituais ao final de cada capítulo.
(Dia 27) Fenomenologia e Psicologia em Edmund Husserl e Edith Stein
Excelente curso, também ministrado por duas queridas professoras minhas, no curso de Filosofia da USC.(o video, porém, é do curso ministrado durante 5 dias, em 2011 na USP)
Fenomenologia e Psicologia: Husserl e Stein - II
Fenomenologia e Psicologia em Edmund Husserl e Edith Stein: psicopatologia e psicologia clínica
OBJETIVOS: Aprofundar a perspectiva da fenomenologia como método e as contribuições à psicopatologia e aos cuidados oferecidos em psicologia clínica, na área das pesquisas clínicas e psicoterapias.
OBJETIVOS: Aprofundar a perspectiva da fenomenologia como método e as contribuições à psicopatologia e aos cuidados oferecidos em psicologia clínica, na área das pesquisas clínicas e psicoterapias.
(Dia 24) Fenomenologia e Psicologia em Edmund Husserl e Edith Stein
- mais informações: consulte a obra "Introdução à Fenomenologia" (já traduzida para o italiano e espanhol), a qual tive a honra de ilustrar com mapas conceituais ao final de cada capítulo.
- o presente curso de 05 dias foi ministrado em 2011 na USP
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
artigo: implicações do existencialismo satreano na educação
Este trabalho é o resultado de um estudo, cujo principal objetivo foi analisar as implicações do pensamento existencialista sartreano na educação contemporânea, norteada pelas novas exigências da pós-modernidade, dentre elas a questão da transdisciplinaridade e do pensamento complexo, propostas pelo pensador Edgar Morin.
Para tanto, deu-se início a uma pesquisa bibliográfica com autores que tratam da concepção de educação, existencialismo, fenomenologia, transdisciplinariedade, pensamento complexo, dentre outros correlatos.
Procuramos demonstrar que uma pedagogia relevante, baseada numa “concepção humanista moderna de filosofia da educação”, necessariamente deve passar pela implementação da transdisciplinaridade de um modo mais efetivo e radical.
Nossa proposta caminha justamente no sentido de compreender sistematicamente quais seriam os elementos fundamentais da concepção existencialista transdisciplinar.
Leia o artigo na íntegra:
Simposio Internacional de Linguagens Educativas 2008 implicacoes existencialismo satreano
sábado, 1 de outubro de 2011
A existência precede a essência?
“A existência precede a essência”
Existo! logo, sou. Eis o princípio radical do existencialismo de Jean-Paul Sartre. Mas para entendê-lo, é preciso antes recordar a idéia de essência: “aquilo que faz com que uma coisa seja o que é, e não outra coisa”.
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