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terça-feira, 26 de março de 2019

A mente criar problemas para quem? - Mooji

A mente faz muito barulho...



A mente costuma criar muitos problemas. Mas prá quem ela cria?
A mente poderia criar problemas para você se você não tivesse interesse nela?
A mente traz problemas para você... mas quem é "você"? 
você responde seu nome... mas quem deu este nome?
você não é seu nome.
seu corpo não é você. 
sua mente (pensamentos e emoções) não é você.
quando um pensamento surge, quem o percebe já estava aqui antes dele surgir. O pensamento não estava. Ele vem e vai embora. E você permanece aqui.
Você (Ser) não é objeto dos sentidos. Você já está aqui antes de qualquer pensamento.
Você é mais rápido que o pensamento mais veloz.
Então você não é o pensamento, nem o corpo.
Você está aqui para observá-los (a personalidade, as memórias).
Então você é outra coisa.
A memória é algo muito poderoso porque para muitos, suas vidas são memórias. Para muitas pessoas, quando falam é basicamente sobre o passado (memória).
Pergunto:
Você pode falar sem memória? sem projeção? você pode falar sem esperança (expectativa)? sem passado? sem futuro? sem julgamento?
Quando puder falar assim, então é algo novo.
Tudo que está na sua memória... jogue fora. Jogue fora tudo e você ainda está aqui. Enquanto "quê" você está aqui?
Você pode jogar você fora?
O que é o tempo sem você?
Você é aquele que observa o tempo.
Por acaso o relógio sabe que horas são? Você é que o percebe.
O tempo não está consciente de si mesmo...
a distância não está consciente de si mesma...
o pensamento não está consciente de si mesmo. Nenhum pensamento trabalha para si mesmo.
Onde exatamente você está?
se você não é o corpo, quem é você?
se tomasse uma droga que momentaneamente fizesse com que não conseguisse mais identificar seu corpo, você acha que seu corpo sabe que é seu?

domingo, 27 de agosto de 2017

sua verdadeira natureza - Papaji

"Quando você se questiona 'quem está pensando?', você interrompe o processo mental e retorna à sua verdadeira natureza'


O despertar perfeito é possível aqui e agora, para todos os seres humanos, independente da sua educação, prática, ou circunstâncias pessoais. Você já é livre! 

Qualquer coisa nova que seja obtida será perdida. O que é interno está sempre dentro de você, como seu Eu Real. Este é o substrato imutável sobre o qual suas esperanças e desejos são refletidos. São essas esperanças e desejos que ocultam a sempre-pura Consciência. O Eu Real revelará a si mesmo para si mesmo em um piscar de olhos assim que você abandonar toda esperança e desejo, que são doenças da mente. Mantenha-se em silêncio. Não deixe que surja nenhum pensamento. Não faça nenhum esforço e então em um instante descobrirá que você sempre foi livre.

Você é aquilo dentro do qual todos os acontecimentos acontecem. O que acontece deve acontecer, então permaneça enquanto Paz, não afetado por nada. Seja pacífico e esta Paz se espalhará.


A melhor posição a tomar é aquela de não esquecer-se. Cumpra seu papel no mundo, mas não esqueça que tudo é apenas uma peça no palco. (…) Se você viver assim, sabendo que você é o Eu Real, poderá agir em qualquer lugar. Se você souber disso, todas as suas atividades serão muito bonitas, e você nunca irá sofrer. Quando você tiver um insight, uma experiência desse Vazio, você estará feliz o tempo todo, pois saberá que toda a manifestação, todo samsara, é a sua própria projeção.

Para alcançar a felicidade, simplesmente não pense, não deseje, mantenha-se em silêncio, porque pensamentos são o cemitério.

Se o desejo por liberdade é contínuo, todos os hábitos mentais e distrações cairão por terra. Pense apenas na Liberdade e você se tornará Liberdade, porque você é o que pensa. 

Pense no Ser com a mesma persistência de uma dor de dente.


sexta-feira, 10 de março de 2017

Pierre Lévy: a raiz do sofrimento




Qual a relação entre tecnologia e o ato de respirar? Toda, segundo Pierre Lévy.

Mundialmente reconhecido por suas teorias sobre a relação entre o ser humano e a tecnologia, o filósofo francês tem, em meio às obras diretamente ligadas à cibercultura, um livro que pode intrigar seus admiradores. É O fogo liberador, que apresenta a incursão pelo caminho espiritual de Pierre Lévy e de sua esposa, a pintora e ilustradora Darcia Labrosse.


Em entrevista ao programa Roda Viva (2001), Lévy explica como filosofia oriental e tecnologia estão intimamente relacionadas:


"Sou um filósofo. E, desde sempre, a filosofia se interessa por problemas sociais e políticos, problemas de conhecimento, de evolução histórica, pelo sentido da história etc. Mas, a filosofia também se interessa pela sabedoria, pela felicidade. E, para mim, digamos, é a continuação do meu trabalho de filósofo.
Então, no fundo, nos trabalhos sobre a revolução epistemológica, social e cultural trazida pelas novas tecnologias, trata-se de analisar um tipo de abertura do espírito, expansão do conhecimento e da consciência em uma esfera exterior, uma esfera concreta, uma esfera social. E, com o livro O fogo liberador, não é mais a exploração da liberdade exterior, mas a exploração da liberdade interior."
Como colocamos no início do texto, O fogo liberador propõe exercícios conhecidos por praticantes de meditação, mostrando como a observação do presente e o simples ato de respirar podem revelar o sentido da existência. 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Porque não somos o que parecemos ser...



Seja um Especialista!

- a vantagem do autoconhecimento -


Você acha que vou falar de seu nível de escolaridade ou capacitação profissional? Fique calmo... Não vou! Conquistar aquele “salário dos sonhos” é um jogo excitante, mas hoje não vamos jogar. Proponho, antes, uma pitada de filosofia e que sejamos especialistas... em nós mesmos! 


Sim, isso tem a ver com felicidade, liberdade... tudo que todos aparentemente buscam. Mas haveria relação de causalidade entre felicidade e formação técnica? É mais feliz quem “sabe” mais? É verdade que alguém tecnicamente mais preparado tem, em regra, melhor remuneração e assim, possui tudo quanto acredita ser preciso para ser feliz. Então, após apostar nossas melhores fichas –tempo e vitalidade- começamos a desconfiar que o “pote de felicidade” não estava lá no final do arco-íris. Todas aquelas técnicas, saberes, ritos de passagem, títulos e amuletos acumulados não nos tornaram, nem mais felizes, nem mais livres... por quê? É aqui que um especialista em si mesmo fará toda a diferença.


Para um médium, parece simples incorporar entidades de outras dimensões. Para um cristão, a incorporação daquilo que ele chama de demônio ou do próprio Espírito divino também é possível. Mas não precisamos ir tão longe para fazer um simples exercício de auto-observação e responder: quantas pessoas distintas incorporamos durante um mesmo dia? Ou você realmente acredita que é a mesma pessoa o tempo todo? Quantos impulsos e desejos contraditórios já experimentamos? Quantos deles se introjetaram e se aninharam em nossas mentes, mesmo contra nossa própria vontade? Agora, tente o contrário: incorporar a entidade chamada “você mesmo”, seu Eu verdadeiro, seu real ser! Você tem certeza de que consegue? Isso, de fato, não é prá qualquer um... É tarefa para um especialista em si mesmo!

É fato que a ciência da Psicologia já identificou diversos egos convivendo na psique humana, uns mais simples, outros mais complexos, uns úteis, outros prejudiciais, uns cordiais, outros nem tanto... todos fragmentos nutridos por nossa energia, hábitos e distrações. Mas, qual destes egos realmente representa nossa essência? E quais seriam meros agregados que grudaram em nós com o tempo, advindos do ambiente, das culturas ou das memórias coletivas? A pergunta filosófica crucial é sempre atual: quem realmente somos nós?

Um especialista em si mesmo não só descobre que não era quem pensava ser, como também que, em boa parte do tempo, sequer tinha posse de seu próprio corpo! De fato, é estarrecedor e quase inacreditável constatar que perambulamos por aí dispersos, pelos corredores do futuro ou do passado, à moda de Alice no País das Maravilhas.  O corpo físico? Quase sempre um barco à deriva... por vezes, correndo perigo. O que acontece em um barco ou casa não vigiada por seu dono? Andarilhos e vendilhões forasteiros começam a se apossar... e é lógico que consigo trazem suas sujidades, seus cacarecos, seus vícios e seu lixo. Instalam-se na forma de pensamentos, sentimentos, medos e desejos excitantes e viciantes. 
a multidão de habitantes viventes em nosso interior


O primeiro passo para o especialista é retomar o leme de si próprio, colocando-se mais atento a pensamentos e sentimentos, não se confundindo mais com eles. Uma vez conscientemente flagrados, aqueles andarilhos vão aos poucos se desarticulando e perdendo boa parte de seu domínio. Cada um de nós é chamado a ser esse especialista, para, por fim descobrir que aquela felicidade e liberdade buscadas fora, sempre estiveram ocultas bem debaixo da poeira dos agregados acumulados dentro de nós mesmos.

publicado em 01/02/2017 no Jornal da Cidade de Bauru

domingo, 22 de maio de 2016

O que importa?




Minha avó era uma pessoa maravilhosa.
Ela me ensinou a jogar 'banco imobiliário'.
Ela entendia que o objetivo do jogo é comprar.
Ela acumulava tudo que podia e sempre acabava dominando o tabuleiro.
E depois ela sempre me dizia a mesma coisa.
Ela olhava para mim e dizia:
-“Um dia você vai aprender a jogar o jogo”.
Num verão, eu joguei quase todos os dias, o dia inteiro e então aprendi a jogar o jogo.
Compreendi que a única forma de ganhar é se comprometendo totalmente com a
aquisição.
Aprendi que o dinheiro e as posses são as formas de continuar pontuando.
Ao final daquele verão, tornei-me mais impiedoso que minha avó.
Estava pronto para dobrar as regras para ganhar o jogo.
Naquele outono, me sentei para jogar com ela.
Tomei tudo que ela tinha.
Eu a observei... eu a vi entregar seu último dólar e desistir em completa derrota.
E então ela tinha algo mais para me ensinar.
Ela disse:
- “Agora tudo volta pra caixa”.
Todas aquelas casas e hotéis... todas as ferrovias e utilidades públicas...
todas as propriedades e todo aquele dinheiro maravilhoso...
“Agora tudo voltava para a caixa”.

Nada daquilo era realmente seu.
Você se empolgou muito com isso por um tempo.
Mas tudo já estava aqui muito antes de você se sentar à mesa...
e continuará aqui depois de você ir embora... Jogadores vem e vão.
Casas e carros...
Títulos e roupas...
Até o seu corpo.
Porque o fato é que tudo que eu pego, consumo e guardo voltará para a caixa 
e irei perder tudo.
Então você precisa se perguntar:
quando finalmente receber a melhor promoção...
quando fizer a melhor compra... quando comprar a melhor casa...
quando tiver segurança financeira
e tiver subido a escada do sucesso 
até o degrau mais alto que você pode alcançar...
E a emoção acabar, e ela vai acabar... E depois?
Quão longe você precisa seguir nesta estrada até perceber aonde ela leva?
Certamente você entende que nunca será o bastante.
Portanto, você precisa se perguntar:
“O que importa?”

trecho extraído da introdução do filme "Zeitgeist: MOVING FORWARD", lançado em 2011

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Você é feliz? Por que você acha é? Ou por que acha que não é?


Hoje você se sente alegre... amanhã está triste...

Mas, alegria é felicidade?

Conhecemos mesmo isso que chamamos 'felicidade'?

Dia desses, alguém perguntou: 

Por que é  tão difícil ser feliz? 



Para entender bem toda essa questão, vamos partir dos conceitos básicos: 

a tristeza é uma emoção! ponto.


Como qualquer emoção, pode portanto, ser estimulada e até mesmo mensurada quimicamente. Seus sintomas são até perceptíveis fisicamente. Há até drogas que simulam ou estimulam as condições fisicoquímicas e hormonais que nosso cérebro experimenta quando está 'processando' emoções!


Outro detalhe! O surgimento de uma emoção qualquer (tristeza, alegria, medo, paixão, raiva...) está  sempre condicionada à presença de estímulos que muitas vezes não estão sob nosso controle.  

Tais fatores (chamados exógenos) geralmente advém do ambiente que nos cerca. Algo modifica a química de nosso corpo físico e pronto: lá estamos nós chorando, sorrindo, com medo ou com raiva... pode ser algo que nos disseram, talvez algo no clima, algo que comemos (ou que não pudemos comer), uma música, um filme, um acidente ou qualquer circunstância agradável/desagradável. 

Assim, alguns poderão deduzir que tais acontecimentos geraram as condições para que a emoção aconteça em nosso corpo, embora a gente sinta a emoção também a nível psicológico... quando rimos, choramos, nos apaixonamos, ficamos com medo, assustados, com raiva... dizemos: 'isto' ou 'aquilo' foi a causa.


Mas, e quanto a tal felicidade? Podemos dizer o mesmo dela? 
Comecemos pela questão mais básica: Por acaso, algum cientista já "mediu" a felicidade? Ou já conseguiu definir suas causas físicas? 
Você poderia definir sintomas específicos de sentimentos como felicidade, liberdade ou paz? Não... você não pode. 
Nem você, nem ninguém. Felicidade, paz, amor ou liberdade, são sentimentos indescritíveis! Todo mundo que já sentiu, sabe que é assim.
O problema então começa na confusão, proposital ou não, que se faz com os termos “emoção” e “sentimento”. Tal confusão é proposital  em alguns casos, pois assim se ganha mais dinheiro (você já parou prá pensar em quanto dinheiro se gasta com as famosas pílulas de felicidade?).
Pois é! há hoje muitas drogas químicas que prometem anestesiar a dor da sua alma. Será que conseguem?

Felicidade, como a paz ou a liberdade, não são simples estados emocionais, mas sentimentos que estão bem além da dimensão meramente animal/corporal. É por isso que "ser feliz" não se confunde com "estar alegre". Do mesmo modo, "infelicidade" (outro nome para o vazio existencial) não se confunde com "estar triste".

Qualquer animal (inclusive o bicho humano) pode vivenciar momentos de alegria ou de tristeza, pois é assim que nosso corpo, nossa estrutura biológica reage ante acontecimentos prazerosos ou dolorosos.

Por que toda essa conversa sobre emoção e sentimento?

Considerando que felicidade não se confunde com emoção, é valiosíssimo compreender, por exemplo, que podemos experimentar felicidade ou paz, mesmo em condições adversas: posso até estar enfermo, em dificuldade financeira, posso estar preso em um campo de concentração, e mesmo assim sentir felicidade (embora as circunstâncias não me permitam estar alegre). 

Do mesmo modo, posso ter todo o conforto que o dinheiro possa comprar, posso ter boa comida, boa educação e bons amigos, mas ainda assim experimentar infelicidade.

É por isso que felicidade não é sinônimo de alegria. Felicidade não tem definição clara, porque não se pode mensurá-la quimicamente, nem somaticamente. 
Felicidade tem mais a ver com paz, contentamento, gratidão e muito mais... expressões que só fazem sentido na ausência do ego, quando a mente silencia, quando os desejos se ausentam. Felicidade é sentimento de plenitude (algo muito raro, é verdade). 

Mas, se sua sensação de plenitude é efêmera ou fugaz, ou se ela está sempre condicionada a algum fator externo, então esqueça! Você ainda não conhece o que é felicidade.
Qualquer pessoa apaixonada pode experimentar alegria efusiva, grande ansiedade, coração batendo forte, calor, frio na barriga, excitação do corpo etc. 
Mas basta que seu objeto de desejo lhe seja tirado ou que este se mostre incapaz de atender suas exigências, e logo tanta alegria e êxtase se desfaz em frustração, raiva e muita tristeza. 

O que aprendemos com tudo isso?

1. Quem vive meramente na dimensão das emoções, logo descobre que acaba sempre vítima das circunstâncias e da própria instabilidade típica do mundo mutável em que vivemos;

2. Quem vive absorvido por emoções, oscila como pêndulo: ora está num extremo, ora noutro... ora alegre em demasia, ora dramaticamente triste ou decepcionado... vítima sempre pelas forças mecânicas da própria natureza; 

3. Felicidade é um estado de ausência de tensão emocional: sem a ansiedade desgastante da expectativa, sem o medo infernal de perder o objeto de seu desejo;

Como conceituar felicidade? 

Talvez seja mais fácil dizer o que ela não é?
Vamos lá! Na presença de nossos medos, de nossos apetites, ambições, desejos, aflições, mágoas e memórias é simplesmente impossível ser feliz.   No máximo, oscilamos entre a tristeza e a alegria sucessivamente.

Quer ser feliz?

1. não crie "regras para ser feliz"... E pare de comprar regras de outras pessoas. Elas geralmente saem caro demais! Além disso, quem vendeu as regras prá você provavelmente não faz a mínima ideia do que seja felicidade;

2.não se compare... com NINGUÉM. Toda comparação é odiosa. Bem que já fizeram isso com você, desde que você era bem pequenininho(a), de tal modo que hoje, você tem a tendência de perseguir "ideais" inatingíveis de pessoas magníficas, mega-inteligentes, belíssimas, cultas, fortes, etc, que foram plantadas na mente... então, lembre-se!! super-heróis só existem na fantasia.

3. não julgue... NINGUÉM, mas ninguém MESMO! Nem a si próprio. Nada de construtivo nasce do julgamento e da condenação. Deixe isso para quem se julga deus. Julgar só serve para atribuir culpa, culpa e punição, punição e dor. Se julgamento e culpa resolvessem algum problema seu, já viveríamos em um paraíso.

4. procure a felicidade, mas nunca fora de você mesmo. 
Procure-a no silêncio interior, não no discurso da mente que faz barulho;


Perceba que tudo de que precisa para ser feliz já está EM você, já FAZ PARTE de você. Já sempre esteve realizado em você!
Você não precisa de mais certificados, de mais títulos, de mais credenciais, de mais rótulos, de mais fórmulas, de mais técnicas, de mais métodos, de mais saberes... 
Afinal, sua mente não precisa de mais alimento. Ela já está obesa.

Quer paz? procure-a no único lugar real onde ela pode ser encontrada: em você! Em sua própria casa! Há outro lugar que seja seu?
Quer satisfação, plenitude, liberdade? 
Procure em você!
Quer Deus?
Procure em você!

Por que, lhe garanto: se não encontrar isso tudo primeiro dentro de você, tampouco o achará fora.