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terça-feira, 21 de abril de 2020

um papo sobre confiança - Matheus de Souza

Reflexão muito interessante sobre o tema "confiança". 

O autor do texto que transcrevo abaixo é autor da obra "Nômade Digital: um guia para você viver e trabalhar como e onde quiser" (Autêntica Business, 2019), e cofundador da "remotebox," uma comunidade feita por trabalhadores remotos para trabalhadores remotos.

Matheus já produziu conteúdos para marcas como Google, Nubank, Wise Up, PepsiCo, Caixa, Tudo Orna, Hotmart, Superlógica, entre outras. Em 2016 o LinkedIn o elegeu "terceiro brasileiro mais influente da rede em sua lista de Top Voices". Ele ainda promove cursos online e entre 2016 e 2017 foi sócio da Crush Design, startup focada em mobiliário digital e design open source, premiada no Sinapse da Inovação 2016 como uma das 100 startups mais inovadoras do Estado de Santa Catarina.


Abaixo segue a transcrição:


Um papo sobre confiança e bundas-moles

Tem tantas pessoas talentosas por aí desperdiçando seu potencial por falta de confiança.
Elas esperam que os outros acreditem nelas, mas não acreditam em si mesmas. Isso dói, cara.
A confiança é a base onde nossas vidas estão construídas. A confiança deve estar presente em relacionamentos, parcerias de negócio, lançamentos de produtos. Deve estar no botão enviar. No publicar. A confiança leva as coisas adiante.
Viver socialmente requer que, na maioria das vezes, não compartilhemos nossas opiniões, pensamentos e pontos de vida sobre o mundo. A sociedade quer que você seja um trabalhador dócil. Que escute as regras e faça seu trabalho para que as engrenagens continuem rodando.
Ah, e não podemos esquecer de bater o ponto. A sociedade pira quando não o fazemos. Já que, pra ela, o que importa são as horas trabalhadas, não o resultado entregue.
E os prazos? Amigo e amiga, foda-se a criatividade quando se tem um prazo.
É engraçado que a palavra inglesa pra isso seja deadline. Numa tradução literal, data limite.
Pra nossa criatividade, a data da morte. Aos poucos os deadlines, cada vez mais apertados, vão nos corroendo por dentro. E nos matando.

Só há uma versão de você — por que desperdiçar seu talento?