sexta-feira, 22 de abril de 2022
Por que celebrar o Dia da Terra?
sexta-feira, 5 de março de 2021
Dica de documentário: "Não há amanhã": a questão do hiperconsumo
There's no tomorrow (dublado)
O documentário "Não há amanhã" (There's no tomorrow), com didática impecável e uso de animações gráficas bem humoradas, faz uma análise fria dos dados estatísticos e aborda a crucial questão do crescimento demográfico e a consequente crescente demanda por energia, em escala exponencial (progressão geométrica) no planeta.
quinta-feira, 19 de novembro de 2020
atenção! mudanças na Cartilha de Defesa Animal do Ministério Público de São Paulo
Cartilha de Defesa Animal do MPSP ganha seção sobre maus-tratos a cães e gatos
Atualização trata de lei passou a punir esse tipo de crime
A Cartilha de Defesa Animal* desenvolvida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo acaba de ser atualizada. O objetivo da melhoria foi adequar o material à legislação que, a partir de 30 de setembro de 2020, passou a punir o crime de maus-tratos contra cães e gatos com reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda do animal maltratado, bem como de qualquer outro pelo período de cinco anos contados da agressão.
Uma das mudanças na lei estabeleceu que, se houver flagrante, o acusado será conduzido para a delegacia e mantido preso, diferentemente do que acontecia antes, quando o autor do crime era liberado, desde que se obrigasse a comparecer perante o juízo.
A
cartilha, escrita pela promotora de Justiça Eloisa Baissardo Gagliardi,
traz orientações envolvendo a coleta de provas em casos de maus-tratos a
animais, o papel das ONGs e o que deve ser feito em casos de omissão do
poder público, entre outros pontos.
* Se você tem interesse em receber gratuitamente uma cópia da cartilha (em pdf), entre em contato pelo endereço silvio.mmax@gmail.com, ou deixe seu pedido nos "comentários".
sexta-feira, 2 de outubro de 2020
terça-feira, 25 de agosto de 2020
Você sabe quanto custou seu prato de comida??
Quanto realmente custa para produzir o que você come?
MAS...
A nutrição vinda da alimentação vegetariana/vegana é suficiente?
VOCÊ SABIA?
Segunda sem carne?! Por que??
Segunda sem carne – Por que?
Meio Ambiente
Água
Mudanças Climáticas
Desmatamento
Segunda sem carne – Por que aderir?
domingo, 26 de julho de 2020
Segunda sem carne! Participe!
Segunda sem carne – Por que aderir?
A Campanha
Segunda Sem Carne se propõe a conscientizar as pessoas sobre os impactos
que o uso de produtos de origem animal* para alimentação tem sobre os
animais, a sociedade, a saúde humana e o planeta, convidando-as a
descobrir novos sabores ao substituir a proteína animal pela vegetal
pelo menos uma vez por semana.Ao diminuir o consumo de carne reduz-se, ao mesmo tempo, o desperdício de água, o desmatamento, a desertificação, a extinção de espécies, a destruição de habitats e até de biomas inteiros. A pecuária é responsável pela emissão de cerca de 17% dos gases de efeito estufa no planeta. Mais da metade da produção mundial de alimentos é destinada à ração para animais de abate.
A Segunda Sem Carne no Brasil é considerada a maior do mundo
No ano de
2018 foram 67 milhões de refeições oferecidas. E a campanha não para de crescer, só no primeiro semestre de 2019, já foram mais de 42 milhões de refeições.
Esses números expressivos são resultado do trabalho de parceria da SVB com empresas e órgãos públicos.
domingo, 19 de julho de 2020
O lixo é resultado da falta de criatividade: o problema do plástico
Durante muitos anos ouvimos este o principal que nós deveríamos fazer era reciclar. Porém, o primeiro passo é repensar nossos hábitos, a forma como utilizamos e descartamos o plástico. Evitar ou reduzir o uso de sacos plásticos é uma questão de hábito.O mesmo se aplica aos canudos plásticos: não são realmente necessários. A reciclagem é apenas o último passo, quando realmente não tivermos como recuperar os objetos, só no final é que temos a reciclagem.
quinta-feira, 23 de abril de 2020
filme "Dark Waters – O Preço da Verdade" - resenha
O que um filme poderia dizer sobre o teflon da sua panela?
"Dark Waters – O Preço da Verdade"
🔺 alerta de spoilers abaixo 🔻
É assim que Dark Waters consegue expor muito bem os métodos questionáveis da famosa DuPont, uma das empresas mais poderosas da indústria química mundial. O protagonista, graças a sua tenacidade e senso de responsabilidade social, acaba descobrindo como referida empresa não só contaminou severamente o ar, o solo e as águas da região, como também tinha prévio conhecimento dos efeitos nocivos para a saúde humana, do uso de seus produtos (a base de teflon). Por 'efeitos nocivos', entenda-se: enfermidades graves (diversos tipos de câncer), malformações e morte precoce de funcionários e milhares de clientes, sem contar os danos nefastos e incalculáveis ao meio ambiente.🔺FICHA TÉCNICA🔻
domingo, 11 de agosto de 2019
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
a história real de um fazedor de rios
De tanto observar, foi lá e fez...
a história de um fazedor de rios
22 Março 2017 |
SÃO PAULO - De tanto observar os rios, foi lá e fez um. É mais ou menos este o resumo da história do ex-corretor de seguros Adriano Sampaio, de 45 anos, ativista ambiental criador do projeto Existe Água em SP. Na verdade, meio sem querer, ele desenvolveu o que oficialmente pode ser chamado de biovaleta - um sistema ecológico e sustentável de reaproveitamento de água da chuva.
Sampaio mora no bairro de Vila Clarice, noroeste da cidade, a poucos metros da Rodovia dos Bandeirantes, perto do Pico do Jaraguá. Começou a notar que a valeta de concreto que margeia a pista - e serve para escoar a água da chuva - andava sempre com suas poças. Pouco declive, região com sombra de árvores, zero permeabilidade... “Aí, em minha cabeça, ficava a lembrança de rios que, quando enchem, ocupam uma área de várzea. Depois, na estiagem, voltam ao leito mas deixam alguns lagos perenes”, comenta.
Em janeiro, pegou facão, enxada e principiou o trabalho. Deu uma limpada no mato, tirou o lodo que estava acumulado no fundo da valeta, fez duas barragens com argila e algumas pedras - tiradas do próprio entorno -, criou um corregozinho de dez metros. Choveu. Encheu. Trinta centímetros de profundidade.
Então ele se embrenhou por rios da região, peneira na mão, caçou uns guaruzinhos - o lebiste selvagem. Conseguiu também cascudos e carás. “E um dia fui ao Mercado da Lapa e comprei seis pequenas carpas. Gastei R$ 20. Foi o único investimento financeiro do projeto”, conta.
A valeta ganhou vida. Os guarus se reproduzem rapidamente. Aos poucos, girinos têm surgido. Plantas aquáticas, também. “Outro dia um passarinho desses pescadores estava aqui de olho. Daqui a pouco vai ter bicho sondando por perto, atrás dos peixes”, diz Sampaio. Borboletas já rodeiam o local, antes quase inóspito.
Então o ativista descobriu - ah, a internet! - que o que estava fazendo tem nome e conceito: biovaletas. Na realidade, é um jeito de lidar com as águas da chuva de modo sustentável. “Trata-se de uma técnica bem contemporânea no exterior”, afirma o arquiteto, urbanista e paisagista Henrique de Carvalho, do Ateliê Tanta - um entusiasta da ideia. “Desde os anos 1960 e 1970, é um formato bastante estudado. Nos Estados Unidos, por exemplo, a cidade de Portland, em Oregon, incentiva o modelo largamente.”
Ano sim, ano não, a prefeitura do município americano publica um guia intitulado Manual de Manejo da Água da Chuva. A última edição, de 2016, saiu com 502 páginas.
Nelas, as biovaletas são apresentadas como uma alternativa recomendada para lidar com a pluviosidade. Um “canal vegetado” não apenas para coletar a água da chuva, mas também com a função de “diminuir o escoamento superficial, sedimentar, melhorar a infiltração e reduzir a poluição”. Sim, as tais barreiras de argila “inventadas” por Sampaio têm essas funções: acabam livrando a água de impurezas.
Na versão paulistana, o ativista acredita que está resolvendo o problema dos mosquitos - afinal, as larvas dos insetos são um banquete para os peixinhos. “Já notei que não aparecem mais tantos Aedes quanto antes”, ressalta.
Reconhecimento.
Biovaletas são instrumento reconhecido pela literatura especializada. A técnica aparece no livro Manual de Orientação Para a Proteção da Qualidade das Águas Pluviais, da Associação das Agências de Manejo de Água da Chuva da Área da Baía de São Francisco (BASMAA, na sigla em inglês).
Em Desenvolvimento de Baixo Impacto, obra publicada pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Arkansas, no Estado americano homônimo, as biovaletas são destacadas como componentes úteis às áreas urbanas.
Sampaio diz que pretende procurar a CCR AutoBan, concessionária que administra a Rodovia dos Bandeirantes, com o projeto debaixo dos braços. Agora já com três trechos de dez metros cada em pleno funcionamento, sonha com um córrego que avance por quilômetros. “Estarei à disposição se quiserem que eu ensine a fazer”, adianta ele, enquanto admira a própria criação.
domingo, 16 de julho de 2017
Tecnologia transforma fazenda em oásis no sertão de Pernambuco
Tecnologia transforma fazenda em oásis no sertão de Pernambuco
Fazenda Caroá é exemplo de convivência com o clima do semi-árido.
No local existe água em boa quantidade para os rebanhos e as pessoas
A Fazenda Caroá, no município de Afogados da Ingazeira, em pleno sertão
de Pernambuco é um exemplo de convivência com o clima do semi-árido. Na
propriedade do engenheiro mecânico José Artur Padilha, os efeitos de
uma das piores secas da história são limitados. Os animais não passam
fome e existe água em boa quantidade para os rebanhos e as pessoas.No sertão devastado pela estiagem mais severa em décadas, a água determina a sobrevivência dos bichos, das plantas e o sofrimento dos homens. Nas comunidades rurais, o latão vira banco nas carroças puxadas pelos animais. A água é escassa e são necessárias várias viagens por dia para suprir a necessidade das famílias.
Mas no sertão do Pajeú, um rastro verde corta a paisagem esturricada pelo sol. O riacho Carapuça corre nos tempos de chuva. Há 29 anos, o engenheiro mecânico José Artur Padilha cria gado de corte e abelhas para produção de mel na Fazenda Caroá, no município de Afogados da Ingazeira. Em plena seca, a água brota da terra. Esse é resultado do trabalho do produtor que uniu os conhecimentos da profissão à observação da natureza. O produtor construiu 350 pequenas barragens curvadas ao longo do rio que corta a propriedade.
fonte:
http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/12/tecnologia-transforma-fazenda-em-oasis-no-sertao-de-pernambuco.html
domingo, 19 de março de 2017
Food Inc (Comida S.A): o filme
Documentário "Food Inc."
Imperdível e urgente!
Precisamos, urgentemente, parar de agir como gado, e de pensar como ovelhas.
(silvio m. max.)
Importantíssimo documentário para conhecer um pouco melhor os fundamentos da indústria alimentícia, como ela funciona e se impõe aos próprios interesses sanitários de toda uma sociedade humana.
Este documentário também mostra como as autoridades públicas e as agências nacionais de controle são 'conquistadas' e envolvidas, no que diz respeito aos processos judiciais e extrajudiciais envolvendo grandes corporações.
Você deve estar se perguntando: MAS, o que podemos nós, indivíduos, contra os lobbies milionários dos conglomerados industriais?
Assista e descubra!!
A chave da mudança está 'em suas mãos', está nas suas decisões e atitudes, diariamente!
🔻 Se quer mais informações sobre o documentário, antes de assisti-lo, continue lendo:🔻
Inspirado pela obra de Eric Schlosser, autor do livro Fast Food Nation, "Food, Inc.", de Robert Kenner, segue a linha de documentário-denúncia ao estilo de Super Size Me, porém sem o bom humor que encontramos naquele. Procurando ser mais abrangente, Food, Inc. tenta promover uma mudança de hábitos nos consumidores estadunidenses. Além disso, não faltam referências também ao uso de mão de obra ilegal nos Estados Unidos.
Frangos com peitos maiores, artificialmente engordados. Novas cepas da bactéria letal E. coli. Alimentos controlados por um punhado de grandes corporações.
O documentário Food, Inc. retrata esses perigos e as transformações operadas na indústria alimentícia norte-americana, afirmando seus efeitos prejudiciais à saúde pública, ao meio ambiente e aos direitos dos trabalhadores e dos animais.
A indústria alimentícia não gostou nem um pouco. Associações representativas da indústria de carne nos EUA se uniram para refutar as alegações feitas no filme: Afirmam que os alimentos norte-americanos são seguros, abundantes e de preços acessíveis.
A fazendeira Carole Morison, do Estado de Maryland, autorizou a entrada das câmeras para mostrar frangos morrendo antes de serem postos no mercado, devido, disse ela, à engorda rápida promovida pelos antibióticos inseridos nas rações.
O filme afirma que os consumidores podem provocar mudanças, apontando para o caso de Gary Hirshberg, cuja fazenda Stonyfield hoje vende sua linha de produtos orgânicos na rede gigantesca Wal-Mart, devido à demanda.
fontes:
https://movienonsense.com/2009/12/02/food-inc/.
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Progresso ou Delírio?
Eis a
lógica do jogo, no qual o gado humano é doutrinado: ganhar e consumir sempre
mais. Eis a ética permissível: buscar o topo! American way of life!
Ativos e derivativos! Blue chips! Superavit! Indexadores! PIB! Dividendos! Tudo
resumido a cifras digitais num extrato bancário. Mas, é possível ser saudável
respirando índices estatísticos de crescimento? Quando tivermos
fome, comeremos papel-moeda? Beberemos a liquidez de nossos investimentos
financeiros se tivermos sede?
























