Ser consciente não é pensar que sabe o que é “certo ou errado”... isso não é um processo da consciência, mas da mente inquieta e moralista.
Ser consciente é, sobretudo, pacificar-se diante da vida, aquietar-se ao
invés de gritar, parar, observar a si mesmo, discernir o que realmente
merece estar aí.
Esse é um processo pessoal, por isso não há fórmulas nem “manuais do ser consciente” a não ser a coragem para desconstruir-se, livrar-se das camadas sobressalentes, abrir mão de todos os excessos, esvaziar-se, até que sobre apenas consciência. Hoje é mais uma oportunidade.
(Flávio Siqueira)
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