sexta-feira, 14 de junho de 2013

sobre a tolerância



Na nossa vida, cultivar a tolerância é muito importante. Com tolerância, pode-se facilmente superar as dificuldades. Caso você tenha pouca ou nenhuma tolerância, ficará irritado com as mínimas coisas. Em situações difíceis, terá reações extremadas.
Em minha vida, já refleti muito a respeito desta questão e sinto que a tolerância é algo que deve ser praticado no mundo inteiro, no seio da sociedade humana. Mas, quem nos ensina tolerância?
Pode ser que seus filhos o ensinem a cultivar a paciência, mas é seu inimigo quem irá ensinar-lhe a prática da tolerância. O inimigo é seu mestre. Mostre-lhe respeito, ao invés de ódio.
Dessa forma, a verdadeira compaixão irá brotar de seu interior e essa compaixão é a base de tudo aquilo que você é e acredita.
Dalai Lama


A citação a seguir foi escrita por, S.S. o Dalai Lama e foi extraído do site Dalai Lama Brasil.

publicado no blog: http://sobrebudismo.com.br/cultivar-a-tolerancia-e-muito-importante/

segunda-feira, 10 de junho de 2013

“A arte de meditar”

O texto a seguir foi extraído do livro, “A arte de meditar”
por Matthieu Ricard, página 14.




A verdadeira questão não é então se “Queremos mudar?“, mas “É possível mudar?”


Podemos, com efeito, imaginar que as emoções perturbadoras estão intimamente associadas á mente que seria impossível livrarmo-nos delas, a menos que destruíssemos uma parte de nós mesmos.

É certo que nossos traços de caráter geralmente mudam pouco. Se observados com alguns anos de intervalo, raros sãos os coléricos que se tornam pacientes, os atormentados que encontram a paz interior ou os pretenciosos que passam a ser humildes. Entretanto, por mais raro que seja, alguns mudam, e a mudança que neles se opera mostra que não se trata de algo impossível.

Nossos traços de caráter perduram enquanto não fazemos nada para melhorá-los e deixamos nossa indisposição e nosso automatismo se manter, até mesmo ganhar força a cada pensamento, dia após dia, ano após ano. Mas eles não são intangíveis.

A malevolência, a avidez, o ciúme e outros venenos mentais fazem, indiscutivelmente, parte de nossa natureza, mas há diferentes formas de fazer parte de alguma coisa. A água, por exemplo, pode conter cianureto e nos levar a morte imediata. Entretanto, misturada com um remédio, cura-nos. Por si mesma, ela nunca se tornou tóxica nem medicinal. Os diferentes estados da água são temporários e anedóticos, como nossas emoções, humores e traços de personalidade.

FONTE: http://sobrebudismo.com.br/a-arte-de-meditar-e-possivel-mudar/

quarta-feira, 29 de maio de 2013

USC abrirá inscrições para o Torneio de Debates

USC abrirá inscrições para o Torneio de Debates
 
De 3 a 7 de junho pelo site www.usc.br/eventos_usc. Monte sua equipe!


A Universidade Sagrado Coração (USC) abre inscrições de 3 a 7 de junho para os estudantes interessados em participar do Torneio de Debates que, neste ano será realizado de 21 a 25 de outubro. O torneio, que debate temas da atualidade, é um evento acadêmico e faz parte de um Programa de Extensão com equipes de estudantes debatedores pertencentes aos mais diversos cursos da Instituição.

Todos os estudantes da USC poderão participar do torneio realizando a inscrição por equipes composta por cinco membros, sendo quatro titulares e um reserva, mais um tutor que poderá ser um professor ou um funcionário da Universidade. A equipe deverá ser composta por estudantes de, pelo menos, dois cursos diferentes. 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Não medite para consertar a si mesmo

“Não medite para consertar a si mesmo, para se curar, para melhorar ou para se redimir: em vez disso, faça como um ato de amor, de profunda e afetuosa amizade consigo mesmo.

Dessa maneira não existe a menor necessidade da sutil agressão do auto-aperfeiçoamento nem da infinita culpa de não estar fazendo o suficiente. Esse jeito oferece um fim para a incessante roda de tentar com tanto esforço que amarra a vida de muitas pessoas em um nó. Ao invés disso agora há a meditação como um ato de amor. Como isso é infinitamente maravilhoso e encorajador.”

~ Bob Sharples, em “Meditation: Calming the Mind”
http://dharmalog.com/2013/05/10/meditacao-como-amor-e-profunda-amizade-consigo-mesmo-sem-ter-que-melhorar-ou-fazer-mais-por-bob-sharples/?utm_source=Assinantes+do+Dharmalog&utm_campaign=1ae5c14e63-RSS_EMAIL_CAMPAIGN&utm_medium=email&utm_term=0_eb93933aad-1ae5c14e63-296231497


Examinemos sinceramente nossa existência...

Como está nossa vida? Quais foram até agora nossas prioridades e o que queremos para o tempo de vida que nos resta?

Somos um misto de sombras e luzes, de qualidades e defeitos. Seria essa uma maneira de ser ideal, um fato inevitável? 

Se assim não for, o que fazer? 

Essas perguntas merecem ser feitas, sobretudo, se sentimos que uma mudança é possível e desejável.

Contudo, no Ocidente, devido às atividades que consomem, da manhã à noite, uma parte considerável de nossa energia, temos menos tempo para nos debruçar sobre as causas fundamentais da felicidade.
Imaginamos que, mais ou menos conscientemente, quanto mais multiplicamos nossas atividades, mais as sensações se intensificam e mais nossa insatisfação é estancada. 

Na realidade, muito são aqueles que, ao contrário, se sentem decepcionados e frustrados com o modo de vida contemporâneo. Sentem-se desarmados, mas não veem outra solução porque as tradições que preconizam a própria transformação estão fora de moda.

As técnicas de meditação visam transformar a mente. Não é necessário atribuir-lhes um rótulo religioso particular. Cada um de nós tem uma mente, cada um pode trabalhar com ela.


O texto a seguir foi extraído do livro, “A arte de meditar”, por Matthieu Ricard, páginas 11-12.