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terça-feira, 2 de abril de 2019
Entrevista Completa Khalis Chacel: O início na Meditação, Renascimento
O início na Meditação
A Técnica do Renascimento e o Papel da Respiração
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
O autoconhecimento e as metas para sua vida
Você conseguiu realizar todas suas metas para este ano? Quais são seus objetivos para 2018? O Bom Dia TOP recebeu o professor Silvio Motta, que falou sobre metas e a importância do autoconhecimento. Assista o vídeo aqui
domingo, 11 de junho de 2017
Top FM, com o jornalista Jair Aceituno e o professor Silvio Motta Maximino
O Bom Dia Top recebeu o jornalista Jair Aceituno e o professor de
filosofia, Silvio Motta Maximino, que fizeram um balanço dos principais
acontecimentos do mês de maio.
Bom Dia Top Retrospectiva Maio 2017
quinta-feira, 6 de abril de 2017
Bom Dia Top Entrevista Silvio Motta 27-março-2017
Com as adulterações de alimentos no país, o Bom Dia Top recebeu o professor de filosofia Silvio Motta, que falou sobre ética e como agir no dia a dia...
Na entrevista, você encontrará conteúdos de Ética (Filosofia), Cidadania, Antropologia e Sociologia, versando sobre temas da atualidade.
quarta-feira, 5 de abril de 2017
A aprendizagem é antropofágica (J. Pacheco)
'A aprendizagem é antropofágica. Não se aprende o que o outro diz,
apreendemos o outro. Um professor não ensina aquilo que diz, transmite
aquilo que é. Poderá acontecer aprendizagem em sala de aula, se forem
criados vínculos e esses vínculos não são apenas afetivos, também são do
domínio da emoção, da ética, da estética…'
(José Pacheco)
Abaixo segue uma interessantíssima entrevista com o famoso professor e pedagogo José Pacheco!
Quem não conhece, não sabe o que está perdendo!!!!

José Pacheco: 'Procurem nas escolas professores que ainda não tenham morrido'
José Pacheco, professor, pedagogo, defende uma escola sem turmas, sem ciclos, sem testes, sem chumbos, sem campainhas. Aos críticos, pede alternativas e conta histórias de sucesso. Fundou um projeto inovador na Escola da Ponte, em Santo Tirso, em 1976, quando percebeu que não podia continuar a dar aulas. Derrubou paredes, juntou alunos, ergueu um método em que quem aprende define o seu ritmo de aprendizagem. Foi ameaçado, ouviu coisas feias, disseram-lhe que quando fosse mais velho iria ganhar juízo. Tem agora 65 anos e não mudou de ideias. Continua a acreditar que a escola são pessoas e não um edifício de betão. Não percebe a insistência nos exames, diz que se confunde avaliação com classificação, refere que os chumbos comprovam que o sistema não funciona.Fotografia de Nuno Pinto Fernandes/Global Imagens
Há 12 anos, partiu para o Brasil com o seu projeto na mala. Partiu por duas razões. «Permitir que uma nova equipa da Escola da Ponte continuasse o projeto sem a intromissão de um velho professor e encontrar no Sul a obra de Agostinho da Silva e educadores disponíveis para se melhorar, melhorando a educação das crianças e jovens», explica. Neste momento, do outro lado do Atlântico, acompanha mais de 100 projetos educativos. O Projeto Âncora é o mais conhecido e já ganhou fama internacional, após visitas de investigadores estrangeiros. Há uma semana, José Pacheco esteve em Portugal, em várias cidades – Almada, Loulé, Fundão, Viseu, Gouveia – a partilhar ideias, a falar do que sabe, a ouvir alunos, professores, educadores, responsáveis políticos. Partiu depois para o Chile, para fazer formação a convite de universidades e do governo chileno. Em meados de abril, regressa ao Brasil para retomar a orientação de projetos educativos.
sábado, 23 de agosto de 2014
Patch Adams no programa Roda Viva - TV Cultura

Patch Adams no Roda Viva
5/11/2007
Fundador do Instituto Gesundheit, nos Estados Unidos, hospital filantrópico onde se pratica medicina gratuita com alegria e compaixão, Adams se considera um ativista político
Cunha Jr.: Boa noite! Ele vem mostrando ao mundo que rir é mesmo o melhor remédio, ainda mais quando se trata de curar um doente. Mágoas e tristezas têm relação direta com doenças, ao mesmo tempo que humor e alegria estão diretamente ligados ao bem estar. Nosso convidado de hoje é um médico que sabe tanto disso que recorreu ao nariz de palhaço e aos cabelos coloridos para alegrar e diminuir o sofrimento de pessoas doentes. No centro do Roda Viva, Patch Adams, o médico americano que há mais de trinta anos vem transformando quarto de hospital em picadeiro. Você vê a entrevista em instantes.
[intervalo]
Cunha Jr.: Humor, compaixão, alegria e esperança. Sentimentos que um médico raramente consegue levar a um paciente, além dos remédios. Patch Adams, ao juntar duas habilidades - a de médico e a de palhaço - criou uma terapia voltada para a cura através do riso ou, ao menos, para diminuir o sofrimento de pessoas que estão doentes. A idéia inspirou outros profissionais no mundo e foi tema de um filme que fez muita gente rir e também se comover.
[Comentarista]: Patch Adams, o amor é contagioso. O filme de 1998 [direção de Tom Shadyac e roteiro de Steve Oedekerk, baseado no livro de Hunter "Patch" Doherty Adams e Maureen Mylander, Gesundheit: good health is a laughing matter], com Robin Williams no papel principal, é baseado na história pessoal de Hunter Adams, um americano que, ao entrar em depressão aos 40 anos de idade, internou-se por conta própria numa clínica psiquiátrica. Ganhou de um dos internos o apelido de Patch, que acabou adotando como nome principal. Considerando que seus problemas eram pequenos comparados aos dos demais internos, Patch Adams deixou a clínica psiquiátrica. Dois anos depois decidiu estudar medicina e, já na faculdade, chamou a atenção para seu estilo brincalhão e irreverente. Com alegria e criatividade, aproximou-se de enfermeiros e pacientes, procurando mostrar que compaixão, envolvimento, empatia e humor tinham tanta importância no tratamento de doentes quanto remédios e tecnologias novas. Alvo de críticas, idealista e um dos melhores alunos da turma, Patch Adams contagiou colegas com a premissa de que o médico deve melhorar a qualidade de vida do paciente e não apenas adiar a morte. Depois de formado, em 1971, montou, nos Estados Unidos, sua sonhada clínica, o Instituto Gesundheit, que significa saúde, em alemão, e atende pacientes de graça. A clínica se tornou referência para milhares de profissionais interessados no trabalho de Patch Adams, e influenciou o surgimento de vários grupos no mundo. No Brasil, existem várias entidades que, de maneiras diferentes, ajudam no trabalho de recuperação de doentes. Entre os mais conhecidos estão os Doutores da Alegria: artistas, profissionais especializados em artes circenses e também treinados em procedimentos hospitalares trabalham em duplas levando alegria e diversão a crianças hospitalizadas. Outro grupo é a Associação Viva e Deixe Viver, formada por voluntários que se dedicam a contar histórias para crianças e adolescentes internados em hospitais. Longe dos centros urbanos, outro grupo, Projeto Saúde e Alegria, leva atendimento médico, educação e cultura e ajuda a implantar projetos sociais em 143 comunidades ribeirinhas da região amazônica. Atenção, amor, esperança, generosidade são sentimentos que permeiam esses trabalhos e formam a base da medicina mais humana que Patch Adams divulga através de suas viagens pelo mundo. Uma delas, patrocinada pela prefeitura de Roma, teve caráter de missão humanitária. Patch Adams e um grupo de médicos e palhaços italianos foram até o Afeganistão, país envolvido em guerras e conflitos que fizeram muitas vítimas entre a população civil, especialmente entre as crianças.
para continuar lendo a entrevista, clique abaixo: ↓↓
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Entrevista com o psicanalista Erich Fromm
por Nando Pereira
“Se você pegar o americano médio, e os estudos tem mostrado isso, ele está realmente “envolvido” apenas com seus problemas pessoais, no que tocam sua saúde, seu dinheiro e sua família. Ele não está envolvido com sua sociedade. Ele fala a respeito. Mas quando eu digo “envolvido” eu quero descrever aquilo que faz as pessoas perderem o sono às vezes. E o homem médio americano nunca perde seu sono por conta de temas relacionados à sua sociedade e seu país inteiro. Eu quero dizer, ele separou sua vida privada da sua existência como membro de sua sociedade e a deixou aos cuidados do governo e dos especialistas. (…) Nós estamos da mesma forma relegando nossa própria responsabilidade pelo que acontece, em nosso país, para os especialistas que se supõem estão cuidando dele.”
~ Erich Fromm, no programa The Mike Wallace Interview (1958)
Já evoluímos bastante de 1958 pra cá (ainda mais se você tiver lendo
isso vários anos depois de publicado), mas uma boa parte do que o
psicólogo e filósofo humanista alemão Erich From (1900-1980) disse ao jornalista americano Mike Wallace,
em 1958, continua atual e, mais que isso, ajuda a elucidar como e
porque isso tudo está acontecendo (por “isso tudo”, leia-se os grandes
manifestos no Brasil e o rastro do que já passou e está passando no
mundo, como o movimento Occupy).
Além do problema “político pessoal” que
vivemos, Fromm fala de vários temas, como o significado do trabalho
para a vida do homem, a felicidade, a liberdade, o fracasso, a família,
e, obviamente, o amor, um dos principais temas pelo qual Fromm ficou
conhecido. A entrevista segue abaixo, em três partes, todas legendadas em português na fonte.
Outro trecho:
“(Os Estados Unidos estariam a perigo de destruir a si mesmo) por causa do nosso entusiasmo em dominar a natureza, em produzir mais bens materiais. Nós transformamos meios em fins. Nós buscamos produzir mais no século 19 e no século 20 em ordem a possibilitar ao homem uma vida mais digna. Mas o que realmente aconteceu é que a produção e o consumo, que parecem meios, se tornaram fins. E nós estamos malucos por produção e consumo.”
~ Erich Fromm, entrevista a Mike Wallace (1958)
FONTE:
http://dharmalog.com/2013/07/02/video-raro-entrevista-de-erich-fromm-a-mike-wallace-em-1958-sobre-politica-liberdade-amor-e-fracasso-video/
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