se
alguém vai a um centro mediúnico, antes de conjurar entidades de outros mundos
ou pessoas desencarnadas, que tal incorporar alguém que há muito não ocupa seu
próprio corpo?
Diga ao médium que você deseja muito incorporar a entidade que é ‘VOCÊ MESMO’, seu Eu, sua Identidade, seu Ser.
Diga ao médium que você deseja muito incorporar a entidade que é ‘VOCÊ MESMO’, seu Eu, sua Identidade, seu Ser.
O
que acha que aconteceria nesta experiência? Quantos eus identificados com você apareceriam? Seu
Ser-essência iria incorporar ali? Quem se apresentaria?
Acontece comumente: não estamos ‘em nós’! A gente
não tá "na gente", boa parte do tempo! Estamos 'por aí', como se diz...
autômatos sonâmbulos! por ali, lá e acolá... e o corpo aqui... à deriva....
por vezes, a perigo.
O que acontece a uma casa vazia? O que sucede com uma residência abandonada pelo dono?
Logo
aparecerão "andarilhos", oportunistas, gente estranha de toda sorte. Não faltarão elementos imundos, promíscuos,
forasteiros, gentes com todo tipo de vícios... pensamentos viciantes, emoções e sentimentos viciantes e viciados, eus de
querer, de desejar ‘issos e aquilos’.
E atraídos pelo espaço descuidado e desvigiado, vão entrando, sozinhos ou em bando...
Isso é o que ocorre de regra em qualquer lugarejo. Pois não é que, assim como é fora, é também dentro?
Nosso mundo exterior é ‘espelho‘, um tipo de ‘projeção cinematográfica em 3D’, um ‘holograma compartilhado’ do universo interior de todos nós. Tal 'reflexo exterior' do que há e do que ocorre no ‘interior psíquico’ não é uma simples representação metafórica de algum poeta inspirado. Isso é muito mais real do que parece, não é um mero jogo de palavras. Trata-se aqui de um acontecimento real e atual; repito: não estamos aqui falando por parábolas ou símbolos.
E atraídos pelo espaço descuidado e desvigiado, vão entrando, sozinhos ou em bando...
Isso é o que ocorre de regra em qualquer lugarejo. Pois não é que, assim como é fora, é também dentro?
Nosso mundo exterior é ‘espelho‘, um tipo de ‘projeção cinematográfica em 3D’, um ‘holograma compartilhado’ do universo interior de todos nós. Tal 'reflexo exterior' do que há e do que ocorre no ‘interior psíquico’ não é uma simples representação metafórica de algum poeta inspirado. Isso é muito mais real do que parece, não é um mero jogo de palavras. Trata-se aqui de um acontecimento real e atual; repito: não estamos aqui falando por parábolas ou símbolos.
Então,
o primeiro passo é retomar a posse da sua própria casa. Parar de deixar seu corpo perambulando sonâmbulo por
aí, vagando à deriva... e começar a pôr mais atenção aos intrusos pensamentos e emoções... que antes nem percebíamos não serem nós. Alertas como vigia ou sentinela, seguimos observando... observando e
observando...
Ao sentinela não cabe a tarefa mental de analisar, julgar, condenar ou justificar os elementos invasores.
Uma
vez flagrados os andarilhos que ocupam nossas “salas, quartos e porões' psicológicos,
uma vez iluminados pela 'lanterna interior' da consciência, vão-se desarticulando, se desagregando e finalmente perdendo
energia e domínio sobre nossa casa.
Uma
vez identificados, limpa pode ser a casa. Uma vez que essa casa esteja mais arejada e iluminada, o trabalho vai paulatinamente avançando, sem saltos fantásticos...
O objetivo fundamental de nossas vidas
Você já se perguntou sobre qual é sua missão nesse mundo?
Se não sabe qual é, se essa resposta lhe parece difícil ou complexa demais, fique tranquilo! Sua dúvida acaba agora:
Seu trabalho fundamental nesta vida consiste em limpar, e limpar, e depois limpar... e mais uma vez, limpar...
O objetivo fundamental de nossas vidas
Você já se perguntou sobre qual é sua missão nesse mundo?
Se não sabe qual é, se essa resposta lhe parece difícil ou complexa demais, fique tranquilo! Sua dúvida acaba agora:
Seu trabalho fundamental nesta vida consiste em limpar, e limpar, e depois limpar... e mais uma vez, limpar...
