sexta-feira, 7 de abril de 2017

Cidadania, tá na moda! mas o que significa?






Olá, caro leitor!
Hoje quero falar com você sobre cidadania!
A palavra está na moda, mas será que sabemos bem o que significa?
Cidadania significa que temos direitos. E também quer dizer que temos deveres e responsabilidades. Em sociedade é assim: você recebe, mas também dá algo em troca!
Cidadania é ter o direito de utilizar os serviços públicos, ter boas escolas e hospitais, ter segurança nas ruas, transporte público de qualidade...
Mas cidadania também é pagar impostos... porque uma coisa não acontece sem a outra.
cidadania também é cuidar, é fiscalizar tudo que é comprado com o dinheiro desses impostos... SEU dinheiro!
Nosso pouco caso e até nossa preguiça nos faz escolher mal nossos vereadores e governantes.
Esse é o terreno adubado onde floresce a praga da corrupção, das propinas e do desperdício de recursos.
Falta médico em nosso posto de saúde?   
A escola do nosso bairro tá precisando de uma boa reforma?
Falta segurança e um bom transporte público na sua cidade?  
Comece conversando com os vereadores eleitos! 
E pergunte a eles: o que você está fazendo com os recursos públicos?
Lembre-se: esse dinheiro é seu.
Isso é tanto um direito como um dever do cidadão... 

Quer saber mais sobre quanto sua cidade recebe de verbas? 
Consulte o portal da transparência da sua cidade na internet.

Cidadão de verdade defende sua família, seu bairro e sua cidade, não é mesmo?

Comece valorizando mais o que é nosso, assim como você já valoriza o que é seu.
Pequenas atitudes podem transformar a vida de nossos filhos, netos e do país todo. 

E lembre-se! Você é cidadão! A mudança começa por você, por cada um de nós.

Se você tem alguma dúvida, ou quer fazer alguma sugestão de assunto para tratarmos aqui, deixe um comentário no blog.

Qual é a causa do sucesso da Educação no Primeiro Mundo?


MINI HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA







 

Acordo pela educação é causa de sucesso da Finlândia, diz conselheira  

28/03/2012

Marcos Magalhães

A celebração de um amplo acordo político nacional em favor da educação e a permanente valorização do papel do professor estão entre os principais motivos que levaram a Finlândia a obter um dos melhores sistemas de educação do mundo, disse nesta quarta-feira (28) a conselheira em Comércio e Educação Titta Maja, do Ministério das Relações Exteriores daquele país.

Em audiência pública promovida pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), ela ressaltou a importância do entendimento político em benefício da educação, firmado na segunda metade do século 20 em Helsinqui, capital da Finlândia – localizada, como observou, a 10.933 quilômetros de Brasília.

- Na Finlândia temos partidos de esquerda, de centro e de direita. Depois da Segunda Guerra Mundial, todos decidiram que, por ser um país pequeno, a Finlândia tinha de investir no futuro de cada criança – ressaltou Titta Maja no início da audiência, convocada a partir de requerimento do presidente da comissão, senador Roberto Requião (PMDB-PR).

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Bom Dia Top Entrevista Silvio Motta 27-março-2017

Com as adulterações de alimentos no país, o Bom Dia Top recebeu o professor de filosofia Silvio Motta, que falou sobre ética e como agir no dia a dia... 

Na entrevista, você encontrará conteúdos de Ética (Filosofia), Cidadania, Antropologia e Sociologia, versando sobre temas da atualidade.

 

quarta-feira, 5 de abril de 2017

armadilhas do ego (Mooji)

(...) Se você acha que é mais “espiritual” andar de bicicleta ou usar transporte público para se locomover, tudo bem, mas se você julgar qualquer outra pessoa que dirige um carro, então você está preso em uma armadilha do ego.

Se você acha que é mais “espiritual” não ver televisão porque mexe com o seu cérebro, tudo bem, mas se julgar aqueles que ainda assistem, então você está preso em uma armadilha do ego.

Se você acha que é mais “espiritual” evitar saber de fofocas ou notícias da mídia, mas se encontra julgando aqueles que leem essas coisas, então você está preso em uma armadilha do ego.

Se você acha que é mais “espiritual” fazer Yoga, se tornar vegano, comprar só comidas orgânicas, comprar cristais, praticar reiki, meditar, usar roupas “hippies”, visitar templos e ler livros sobre iluminação espiritual, mas julgar qualquer pessoa que não faça isso, então você está preso em uma armadilha do ego.

Sempre esteja consciente ao se sentir superior. A noção de que você é superior é a maior indicação de que você está em uma armadilha egóica. O ego adora entrar pela porta de trás. Ele vai pegar uma ideia nobre, como começar yoga e, então, distorcê-la para servir a seu objetivo, ao fazer você se sentir superior aos outros; você começará a menosprezar aqueles que não estão seguindo o seu “caminho espiritual certo”.

Superioridade, julgamento e condenação. Essas são armadilhas do ego.(...)

(Mooji)

A aprendizagem é antropofágica (J. Pacheco)

'A aprendizagem é antropofágica. Não se aprende o que o outro diz, apreendemos o outro. Um professor não ensina aquilo que diz, transmite aquilo que é. Poderá acontecer aprendizagem em sala de aula, se forem criados vínculos e esses vínculos não são apenas afetivos, também são do domínio da emoção, da ética, da estética…'
(José Pacheco)
Abaixo segue uma interessantíssima entrevista com o famoso professor e pedagogo José Pacheco! 
Quem não conhece, não sabe o que está perdendo!!!!
 


 


José Pacheco: 'Procurem nas escolas professores que ainda não tenham morrido'

José Pacheco, professor, pedagogo, defende uma escola sem turmas, sem ciclos, sem testes, sem chumbos, sem campainhas. Aos críticos, pede alternativas e conta histórias de sucesso. Fundou um projeto inovador na Escola da Ponte, em Santo Tirso, em 1976, quando percebeu que não podia continuar a dar aulas. Derrubou paredes, juntou alunos, ergueu um método em que quem aprende define o seu ritmo de aprendizagem. Foi ameaçado, ouviu coisas feias, disseram-lhe que quando fosse mais velho iria ganhar juízo. Tem agora 65 anos e não mudou de ideias. Continua a acreditar que a escola são pessoas e não um edifício de betão. Não percebe a insistência nos exames, diz que se confunde avaliação com classificação, refere que os chumbos comprovam que o sistema não funciona.



Entrevista de Sara Dias Oliveira
Fotografia de Nuno Pinto Fernandes/Global Imagens

Há 12 anos, partiu para o Brasil com o seu projeto na mala. Partiu por duas razões. «Permitir que uma nova equipa da Escola da Ponte continuasse o projeto sem a intromissão de um velho professor e encontrar no Sul a obra de Agostinho da Silva e educadores disponíveis para se melhorar, melhorando a educação das crianças e jovens», explica. Neste momento, do outro lado do Atlântico, acompanha mais de 100 projetos educativos. O Projeto Âncora é o mais conhecido e já ganhou fama internacional, após visitas de investigadores estrangeiros. Há uma semana, José Pacheco esteve em Portugal, em várias cidades – Almada, Loulé, Fundão, Viseu, Gouveia – a partilhar ideias, a falar do que sabe, a ouvir alunos, professores, educadores, responsáveis políticos. Partiu depois para o Chile, para fazer formação a convite de universidades e do governo chileno. Em meados de abril, regressa ao Brasil para retomar a orientação de projetos educativos.


Em 1976, no rescaldo da liberdade, criou com duas colegas o projeto pioneiro «Fazer a Ponte na Escola da Ponte». Sem turmas, sem testes, sem ciclos, sem campainhas. Chamaram-lhe louco quando dizia que era possível derrubar paredes e juntar alunos?