Sunshine on my shoulders - makes me happy
sunshine in my eyes - can make me cry
sunshine on the water - looks so lovely
sunshine almost always - makes me high
if i had a day that i could give you
i'd give to you a day just like today
if i had a song that i could sing for you
i'd sing a song to make you feel this way
Você sabe dizer qual o grau de objetividade daquilo que você percebe com seus sentidos?
Percebemos o mundo objetivamente ou nossa 'percepção' é, de algum modo, determinada ou condicionada?
A neurociência, a biologia, a ciência da cognição e muitas das ciências humanas já demonstraram, à exaustão, que é possível sermos facilmente manipulados e literalmente enganados... tanto pelo nosso cérebro, quanto pelo paradigma sociocultural no qual estamos mergulhados. Contudo, nem a ciência, nem a filosofia conhecem satisfatoriamente os processos que ocorrem dentro do complexo mente-cérebro, ou do socioambiental. Não só o mundo das emoções e dos pensamentos são um grande mistério para a ciência humana... Nem os melhores pesquisadores tem consciência de como nosso cérebro "constrói" a realidade que chamamos de "mundo exterior".
O assunto está muito pesado para você? Então descanse um pouco assistindo esse interessante documentário sobre como nosso cérebro pode ser enganado: Em “Jogos Mentais” (veiculado originalmente no canal NatGeo), você vai se deparar com questões inusitadas. Por exemplo, você acha que poderia ficar bêbado sem ter tomado sequer
uma gota de álcool? 🔺Assista e tire suas próprias conclusões.🔻
mais uma interessante e inteligente reflexão filosófica para nosso espírito, acompanhada de linda melodia para nossa alma.
maravilhosa composição de Bob Dylan...
acompanhem!
Blowin' In The Wind
How many roads must a man walk down
Before you can call him a man?
How many seas must a white dove sail
Before she can sleep in the sand?
Yes and how many times must cannonballs fly
Before they're forever banned?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind
Na interessantíssima palestra da Dra. Ana Claudia Quintana Arantes, médica especialista pelo Instituto Pallium e Universidade de Oxford, você pode assistir um relato valiosíssimo de quem convive diariamente com a questão da morte.
Aliviar a dor e o sofrimento, valorizando a biografia de seus pacientes.
Esse é o exercício diário de
Ana Claudia, médica formada pela FMUSP, pós graduada em Intervenções em Luto, responsável pela
implantação das políticas assistenciais de Avaliação da Dor e de
Cuidados Paliativos do Hospital Albert Einstein. Ela Também é sócia
fundadora da Associação Casa do Cuidar. Atualmente trabalha em
consultório e como médica do Hospital da Clinicas
da FMUSP (Unidade Jaçanã).
Ana Cláudia trata de um conceito pouco ortodoxo: "despraticar as normas". Outro conceito que ela aborda: "cuidado paliativo" de pacientes terminais.
Nas reflexões filosóficas da Dra. Ana Claudia, ela nos lembra que todos vamos morrer. E todos sabemos disso. Então, eu concluo: em certo sentido ou medida, não somos todos 'pacientes terminais'?
Falar sobre o tema da morte é tabu em nossa cultura. As pessoas em geral têm severas restrições quanto a esse assunto. Tratá-lo de forma direta e pessoal é quase uma tortura, no mínimo um desconforto constrangedor que não atrai muitos olhares amigáveis. Só a mencionamos de maneira indireta, em terceira pessoa, e somente quando estrita e formalmente necessário.
Quase ninguém a considera próxima. Todos parecem querer viver (embora vivam frequentemente em atitudes e hábitos 'suicidas'). Aqueles que abordam a questão da morte de forma subjetiva e com aparente intimidade, geralmente são considerados desequilibrados psíquicos. É realmente difícil encontrar um ambiente onde se possa conversar relaxadamente sobre esse tema. Quando este assunto se associa a outro, o sofrimento, então o tema se torna demasiadamente pesado e difícil.
A doença, defende a doutora palestrante, é uma 'abstração da realidade' (ela está nos livros, no microscópio...). Quando a doença encontra um ser humano, ela se 'concretiza' produzindo uma melodia única: O sofrimento.
As doenças se repetem nas pessoas mas o sofrimento é único. Cada um tem o seu que é, pois, singular. O sofrimento, segundo a autora, tem 5 dimensões ou tons (frequências) distintas:
1- sofrimento físico (produz sim, muito barulho)
2- sofrimento emocional (bem complexo e rico: nos perguntamos por que aquilo está acontecendo?...)
5- sofrimento espiritual (a dimensão espiritual nos dá a essência de "sermos humanos").
A religiosidade é um dos caminhos para se alcançar a espiritualidade, mas não é o única, nem necessariamente o mais importante. Encontra-se a espiritualidade na forma como alguém se relaciona consigo mesmo, com a natureza, com o outro, com o universo ou com Deus... Buscamos o "sentido" em nossa existência, buscamos sempre um porquê.
Se encontramos o porquê, aguentamos qualquer desafio...
E por fim, a questão da gratidão aparece!!... é incrível como ela sempre aparece... ;-)