quarta-feira, 18 de junho de 2014

Luz do Sol Em Meus Ombros



Sunshine On My Shoulders

Sunshine on my shoulders - makes me happy
sunshine in my eyes - can make me cry
sunshine on the water - looks so lovely
sunshine almost always - makes me high

if i had a day that i could give you
i'd give to you a day just like today
if i had a song that i could sing for you
i'd sing a song to make you feel this way

terça-feira, 17 de junho de 2014

Mais Distante - Further - VNV Nation



Further
At the end of days, at the end of time
When the Sun burns out will any of this matter?
Who will be there to remember who we were?
Who will be there to know that any of this had meaning for us?


And in retrospect I'll say we've done no wrong
Who are we to judge what's right and what has purpose for us?
With designs upon ourselves to do no wrong
Running wild unaware of what might come of us

sábado, 14 de junho de 2014

você está no comando de você mesmo?

Você é mesmo o dono de sua mente e do seu corpo?

Você crê que sua visão da realidade é objetiva?

 

Você sabe dizer qual o grau de objetividade daquilo que você percebe com seus sentidos? 


Percebemos o mundo objetivamente ou nossa 'percepção' é, de algum modo, determinada ou condicionada? 

A neurociência, a biologia, a ciência da cognição e muitas das ciências humanas já demonstraram, à exaustão, que é possível sermos facilmente manipulados e literalmente enganados... tanto pelo nosso cérebro, quanto pelo paradigma sociocultural no qual estamos mergulhados. 

Contudo, nem a ciência, nem a filosofia conhecem satisfatoriamente os processos que ocorrem dentro do complexo mente-cérebro, ou do socioambiental. Não só o mundo das emoções e dos pensamentos são um grande mistério para a ciência humana... Nem os melhores pesquisadores tem consciência de como nosso cérebro "constrói" a realidade que chamamos de "mundo exterior".

O assunto está muito pesado para você? 
Então descanse um pouco assistindo esse interessante documentário sobre como nosso cérebro pode ser enganado: Em  Jogos Mentais(veiculado originalmente no canal NatGeo), você vai se deparar com questões inusitadas. Por exemplo, você acha que poderia ficar bêbado sem ter tomado sequer uma gota de álcool?

🔺Assista e tire suas próprias conclusões.🔻


soprando ao vento

mais uma interessante e inteligente reflexão filosófica para nosso espírito, acompanhada de linda melodia para nossa alma.

maravilhosa composição de Bob Dylan... 

acompanhem!




Blowin' In The Wind

How many roads must a man walk down
Before you can call him a man?
How many seas must a white dove sail
Before she can sleep in the sand?
Yes and how many times must cannonballs fly
Before they're forever banned?

The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind

quarta-feira, 11 de junho de 2014

A morte é um dia que vale a pena viver?

Na interessantíssima palestra da Dra. Ana Claudia Quintana Arantes, médica especialista pelo Instituto Pallium e Universidade de Oxford, você pode assistir um relato valiosíssimo de quem convive diariamente com a questão da morte.  
Aliviar a dor e o sofrimento, valorizando a biografia de seus pacientes. 
Esse é o exercício diário de Ana Claudia, médica formada pela FMUSP, pós graduada em Intervenções em Luto, responsável pela implantação das políticas assistenciais de Avaliação da Dor e de Cuidados Paliativos do Hospital Albert Einstein. Ela Também é sócia fundadora da Associação Casa do Cuidar. Atualmente trabalha em consultório e como médica do Hospital da Clinicas da FMUSP (Unidade Jaçanã).

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Ana Cláudia trata de um conceito pouco ortodoxo: "despraticar as normas". Outro conceito que ela aborda: "cuidado paliativo" de pacientes terminais.

Nas reflexões filosóficas da Dra. Ana Claudia, ela nos lembra que todos vamos morrer. E todos sabemos disso. Então, eu concluo: em certo sentido ou medida, não somos todos 'pacientes terminais'?
Falar sobre o tema da morte é tabu em nossa cultura. As pessoas em geral têm severas restrições quanto a esse assunto. Tratá-lo de forma direta e pessoal é quase uma tortura, no mínimo um desconforto constrangedor que não atrai muitos olhares amigáveis. Só a mencionamos de maneira indireta, em terceira pessoa, e somente quando estrita e formalmente necessário.
Quase ninguém a considera próxima. Todos parecem querer viver (embora vivam frequentemente em atitudes e hábitos 'suicidas'). Aqueles que abordam a questão da morte de forma subjetiva e com aparente intimidade, geralmente são considerados desequilibrados psíquicos. É realmente difícil encontrar um ambiente onde se possa conversar relaxadamente sobre esse tema. Quando este assunto se associa a outro, o sofrimento, então o tema se torna demasiadamente pesado e difícil.

A doença, defende a doutora palestrante, é uma 'abstração da realidade' (ela está nos livros, no microscópio...). Quando a doença encontra um ser humano, ela se 'concretiza' produzindo uma melodia única: O sofrimento.

As doenças se repetem nas pessoas mas o sofrimento é único. Cada um tem o seu que é, pois, singular. O sofrimento, segundo a autora, tem 5 dimensões ou tons (frequências) distintas:
1- sofrimento físico (produz sim, muito barulho)
2- sofrimento emocional (bem complexo e rico: nos perguntamos por que aquilo está acontecendo?...)
3- sofrimento social
4- sofrimento familiar (nunca ficamos doentes sozinhos, ficamos doentes com nossa família)
5- sofrimento espiritual (a dimensão espiritual nos dá a essência de "sermos humanos").

A religiosidade é um dos caminhos para se alcançar a espiritualidade, mas não é o única, nem necessariamente o mais importante. Encontra-se a espiritualidade na forma como alguém se relaciona consigo mesmo, com a natureza, com o outro, com o universo ou com Deus... Buscamos o "sentido" em nossa existência, buscamos sempre um porquê.
Se encontramos o porquê, aguentamos qualquer desafio...

E por fim, a questão da gratidão aparece!!... é incrível como ela sempre aparece...    ;-)

Silvio M. Maximino

Vale muito a pena assistir, mesmo!!!