música do grupo "VNV Nation", com cenas do filme "Samsara"
Excelente melodia!
excelente letra!
excelente escolha das imagens!
letra:
All Our Sins
I speak from a placeWhere some talk of signs
Excelente melodia!
excelente letra!
excelente escolha das imagens!
O filme começa no dia 10.909 da vida do personagem Truman e alguns "flashbacks" explicam um pouco da história do protagonista e porque ele vive do jeito que vive...
Então, logo entendemos que o protagonista é a estrela de um programa de TV no estilo reality show, mas, com um detalhe sórdido: ele não tem conhecimento de que sua vida é um roteiro escrito e manipulado em um estúdio de TV.
Na trama, Truman Burbank (Jim Carrey) é um vendedor de seguros casado (Laura Linney) que, aos poucos, começa a notar que algumas coisas ao seu redor não fazem muito sentido. Ele começa a estranhar sua cidade, seus supostos amigos e até sua mulher.
No enredo, aconteceu que o idealizador do programa conseguiu “adotar” um bebê de uma gestação indesejada e a criança passou a ser tutelada por uma empresa, que a transformou em uma inédita e questionável experiência lucrativa.
Sim! Truman é, sem saber disso, comprado desde antes de nascer, para ser usado como "animador de auditório" de um programa de entretenimento. Por trás de uma vida aparentemente perfeita, em uma cidade ideal que está ali "para fazê-lo feliz", na verdade, todos estão apenas interpretando papéis e ajudando o diretor do programa e seus investidores a ganhar muito dinheiro.
A expectativa comum nos reality shows é a mesma de qualquer filme: o espectador precisa se "identificar" com o protagonista e melhor ainda se isso acontecer também com os demais personagens coadjuvantes. Ao assistir O Show de Truman, percebemos que todos estão conectados emocionalmente ao personagem principal e "torcem por ele", assim como no nosso cotidiano, pessoas “assistem” às outras, cobram determinadas posturas dela, esperam que vençam provas, que sejam corajosos, que sejam fiéis, que se vinguem, que sejam competitivos, mas compreensivos, que sejam fortes e vencedores, mas que também sejam sensíveis, complacentes, racionais, mas emocionais, etc...
Sim. O Show de Truman acaba se mostrando uma excelente leitura semiótica de nossa sociedade, uma crítica inteligente de como nossas vidas são acompanhadas pelas distintas instituições sociais, que acompanham nosso progresso, nossa evolução, como nos premiam ou nos castigam, conforme atendamos ou não as suas expectativas.
Desde que foi lançado, O Show de Truman tornou-se fonte de inúmeras reflexões sociológicas, antropológicas e filosóficas.
Em sua metalinguagem, obteve formidável sucesso em exibir "um show exibindo um show e criticando o show". E ainda com o privilégio de contar com a excepcional trilha sonora de ninguém menos que Burkhard Dallwitz e Philip Glass!!
Mas... por que Truman simplesmente “não se rebela contra sua liberdade fictícia e não abandona logo o enredo”?
São apenas suposições. E são justamente essas suposições, presunções, fantasias, rótulos e etc. que criam a ilusão do samsara.
Embora o mundo ao seu redor e os seres que fazem parte dele ‘apareçam’, nenhum ‘existe’; é tudo uma ilusão fabricada.
Depois de aceitar totalmente essa verdade – não apenas intelectualmente, mas na prática – você se tornará destemido. Você verá que assim como a vida é uma ilusão, a morte também é.
Mesmo que você não consiga perceber totalmente essa visão, familiarizá-la reduzirá exponencialmente seu medo da morte”.
Dzongsar Jamyang Khyentse.
“A lei e a justiça são projetadas para manter a paz e criar uma sociedade harmoniosa, mas em muitos casos o sistema de justiça criminal funciona em benefício dos bandidos e dos ricos, enquanto os pobres e inocentes sofrem com leis injustas.”
“Às vezes percebemos que tudo é nossa própria projeção, mas na maioria das vezes não. Não percebemos que tudo é nossa própria interpretação. É aqui que ficamos cegos.”
“Enquanto houver fluxo de pensamentos, não haverá fim para a projeção do samsara.”
(autor desconhecido)
Quando acordamos de manhã, muitos de nós entramos em nossos telefones ou computadores automaticamente, começamos a ler, checamos mensagens, respondemos a coisas e passamos pelo mundo on-line no piloto automático.
Nós também passamos o nosso dia assim, lidando com o estresse e nos tornando cada vez mais sobrecarregados, esquecendo-nos de estar atentos e presentes.
Na maior parte do tempo, tudo parece normal. Estamos nos gerenciando. Nos bons dias, as coisas correm muito bem. Nos dias ruins, a frustração e o estresse chegam até nós de forma avassaladora.
O que aconteceria se mudássemos a maneira como vemos todas as coisas ao nosso redor, incluindo outras pessoas, incluindo nós mesmos, incluindo todas as pequenas coisas que vemos?
Veja o que acontece.
Agora, admito que “sagrado” é uma palavra muito pesada para pessoas que não são espiritualizadas. Literalmente significa “conectado com Deus (ou deuses)”, e se você não for espiritualista, pode parecer um pouco estranho. Mesmo assim você pode ver as coisas de forma sagrada.
“Sagrado” é simplesmente elevar algo ao nível do divino. Isso pode ser Deus, se você acredita em Deus, mas poderia ser uma divindade do universo, o milagre da existência em cada momento. Se você pensar em como é louco existir e pensar em quão maravilhoso e milagroso é esse universo … eu diria que é divino, não importa no que você acredite.
Olhe para fora: as árvores, as flores e os pássaros que você vê... estão cheios de divindade. Eles são absolutamente sagrados. Assim é o vento, as estrelas, a luz do sol caindo sobre os rostos de estranhos, a capacidade de ver cores e de ter uma conversa e conexão com um outro ser humano.
Pense em todas as mudanças:
Olhe para tudo ao seu redor com admiração e apreço.
Trate tudo com respeito e cuidado. Trate os outros como se estivesse se conectando com algo especial. E trate-se como uma manifestação do universo que de alguma forma recebeu a oportunidade de realizar a sua verdadeira natureza sagrada e pura.
(esse texto foi originalmente publicado no dia 16/11/2018, porém o 'site' não está mais acessível, nem consegui identificar o autor do texto. Se você souber indicar sua autoria, por favor, me informe para que eu possa registrar os devidos créditos)
Antes de aprofundarmos nos aspectos mais interessantes do filme, alguns dados históricos:
O filme é uma adaptação para o cinema, da obra “Being There”, de Jerzy Kosinski (1933-1991), publicado em 1970, feita por Hal Ashby (lançado em 1979). No Brasil, o filme também recebeu o título de “O Videota”.
No filme, Peter Sellers interpreta Chance, um homem ingênuo que nunca havia saído dos limites da casa de seu patrão e que passou sua vida toda cuidando do jardim e... vendo televisão. Ele nunca conheceu outras pessoas, além dos poucos funcionários da casa. Então, o que ele conhecia do mundo advinha basicamente do seu ofício de jardineiro e do “lixo cultural” advindo dos programas e propagandas que assistia pela TV.
A situação dele de fato se complica quando seu patrão (dono da casa) morre. O protagonista é então despejado e, pela primeira vez, é forçado a interagir com pessoas desconhecidas que encontra nas ruas de Nova Iorque. Por conhecer apenas o mundo a partir da cosmovisão distorcida apresentada pela TV, sua ingenuidade o coloca em situações críticas, ao mesmo tempo engraçadas e perigosas. Como ele não possui os condicionamentos socioculturais, ele não reconhece situações de risco e tampouco tem noções de autodefesa (para se ter uma ideia, quando encontra uma gangue na rua, tira o controle remoto da TV que estava em seu bolso para tentar "desligar" os delinquentes).
Mas o jardineiro Chance, curiosamente, não se preocupa com nada disso, já que não se é consciente da sua condição. Se por um lado é ingênuo e vulnerável, por outro lado, sua apatia o leva a nada temer, nada o deixa inseguro, ansioso, amedrontado ou envergonhado.
Ele não se autodespreza, nem superestima a si próprio diante dos desafios que surgem naturalmente à frente dele. É assim que, aos poucos, de tanto se mostrar autoconfiante e destemido, acaba impressionando outras pessoas que passam a admirá-lo e, consequentemente, a superestimar suas falas, por mais simplórias que sejam, passando a interpretá-las como se fossem profundas metáforas de teor político-existencial ou filosófico.
Vê-se que o jardineiro fala do que conhece: flores, árvores, estações do ano... além, é lógico, de frases prontas que repete mecanicamente de tanto assistir TV. Contudo, por falar apenas do que conhece, fala com convicção, e assim ganha respeito.
Então, embora Chance fale objetiva e estritamente da “jardinagem e das coisas do jardim”, as pessoas insistem em buscar um significado oculto mais profundo onde simplesmente não há nada além da descrição de acontecimentos naturais. E é assim que, inusitadamente, a maioria dos que interagem com ele, acabam tomando-o como um erudito respeitável, um tipo de 'sábio contemporâneo'.
É fato que, nas sociedades humanas em geral, em todos os tempos, as pessoas se sentem carentes de bons conselheiros. Buscamos pessoas aparentemente mais inteligentes, mais cultas, mais fortes ou mais experientes que nós... esse não é o problema. O problema começa quando buscamos ansiosamente por “modelos” de conduta, anulando nosso próprio senso crítico ee de reflexão. Quando nos encantamos demasiado com os “super-homens”, passamos a superestimar suas capacidades, em detrimento do nosso próprio bom senso e capacidade de discernimento.
O que você faria se estivesse preso em um lugar e todos os dias fossem praticamente iguais?
Além disso, parece que nada do que você faz consegue de fato mudar a sequência repetitiva dos acontecimentos... parece desesperador, não?
Então, o que era para ser engraçado, se transforma em uma profunda reflexão sobre o sentido da vida e sobre nosso próprio protagonismo na sequência de acontecimentos que vivenciamos, já que muitas vezes também nos sentimos de certo modo "repetindo" sequências de eventos e padrões de comportamento.
É possível escapar dessa recorrência?
O enredo do filme "Feitiço do Tempo" começa retratando um dia comum de trabalho de um insuportável meteorologista de Pittsburgh. Ele acredita estar destinado a uma carreira brilhante num futuro próximo, então se ressente de ter sido designado para reportar uma certa celebração folclórica denominada "Dia da Marmota " numa cidadezinha do interior da Pensilvânia. Então, o tal repórter só pensar em escapar o mais rápido possível daquele lugar.
Contudo, algo bizarro de repente acontece: o protagonista repórter, ao acordar no "dia seguinte", nota que ficou literalmente "preso" no mesmo tal "Dia da Marmota", já que ele agora sempre acorda momentos antes de fazer a reportagem novamente.
Quando percebe que não consegue mais escapar daquele dia e daquela inevitável repetição de acontecimentos, o protagonista vai de um extremo ao outro: primeiro se desespera e até tenta o suicídio, para tempos depois perceber-se como "poderoso e imortal". Ele se vê capaz, pelo exaustivo processo de "tentativa e erro", de realizar muitos de seus desejos materiais, como por exemplo, seduzir uma mulher, enriquecer... porém, como o amanhã nunca chega, apesar da aparente vantagem, ele se vê primeiramente preso e entediado.
Só após um longo tempo preso na "lei da recorrência", ele consegue finalmente perceber algum sentido naquilo tudo. Como ele continua infeliz e percebe que nada material consegue trazer-lhe satisfação por muito tempo, ele acaba enxergando pela primeira vez, uma oportunidade de modificar seu comportamento imaturo diante da vida e dos acontecimentos aparentemente mais simples e insignificantes. Aos poucos, a forma de pensar materialista e imediatista vai cedendo e o protagonista começa finalmente a aproveitar aquela repetição incessante de eventos para amadurecer psicologicamente e valorizar outros aspectos de sua vida que antes lhe passavam desapercebidos. Ele finalmente começa a notar qual o sentido da vida.
O vídeo abaixo, (mais uma excelente contribuição do Canal Corvo Seco) trata a respeito do papel dos nossos hábitos e das emoções na determinação e no condicionamento do nosso comportamento.
Há uma forma de evitar ser subjugado pela força avassaladora de nossas emoções e hábitos mecânicos... somos prisioneiros dessas forças, quando não somos conscientes delas.
Como podemos fazer cessar o medo, a raiva, o desespero e os desejos?
Podemos fazer isso a partir da prática da atenção plena: "respiração consciente", do "caminhar consciente" e da "contemplação profunda". Focalize totalmente sua atenção na realidade presente, aqui e agora...
Deste modo, você poderá percorrer os cinco estágios que nos levam a não mais sermos vítimas das circunstâncias, das emoções e dos pensamentos descontrolados:
1)Reconhecimento,
2)Aceitação,
3)Acolhimento
4) Olhar em profundidade e
5) Insight (iluminação)
Esses são os cinco estágios para acalmar corpo e mente.
(...) "Reconhecimento: se estamos zangados, dizemos "reconheço que a raiva está dentro de mim".
Aceitação: quando estamos zangados, não negamos a raiva.
Aceitamos aquilo que está presente.
Ouvir e entender nossos sofrimentos internos resolverá a maioria dos problemas que encontramos.
Acolhimento: abraçamos a raiva como faz uma mãe com o filho que chora.
Nossa atenção plena acolhe a emoção, e só isso já é capaz de acalmar a raiva e a nós mesmos.
Olhar em profundidade: quando nos acalmamos o suficiente, conseguimos observar profundamente para entender o que provocou a raiva, ou seja, 'o que está fazendo o bebê chorar".
Insight: o fruto do olhar profundo é a compreensão das causas e condições, tanto primárias quanto secundárias, que provocaram a raiva e fizeram nosso bebê chorar.
Talvez ele esteja com fome. Talvez o alfinete da fralda o esteja machucando.
Talvez nossa raiva tenha surgido quando um amigo nos falou em um tom ofensivo, mas de repente nos lembramos de que essa pessoa não está bem hoje porque seu pai está muito doente.
Continuamos a refletir dessa forma até compreendermos a causa de nosso sofrimento atual.
A compreensão nos dirá o que fazer ou não fazer para mudar a situação." (...)
Segue abaixo o vídeo:
Defensor da paz, autor e palestrante, Hanh escreveu mais de 100 livros e espalhou pelo mundo técnicas meditativas de como levar uma vida repleta de consciência, de forma leve e sustentável.
O ensinamento-chave do Nhat Hanh é que, através da atenção plena,
pode-se aprender a viver com felicidade no momento presente – a única
forma de, verdadeiramente, se desenvolver a paz, tanto em si próprio
quanto no mundo.
Trechos do livro “The Heart’ of the Buddha’s Teaching”, de Thich Nhat Han.
“Precisamos irradiar a luz da atenção plena em tudo o que fizermos, para que a escuridão do esquecimento desapareça”. Thich Nhat Hanh.
“Quando praticamos a respiração consciente, estamos praticando a volta ao momento presente, no qual tudo está acontecendo. Aqui e agora”. Thich Nhat Hanh.
“Meu objetivo está no aqui e agora, o único tempo e lugar onde uma vida autêntica é possível”. Thich Nhat Hanh.
“A força do hábito costuma ser mais forte do que nossa vontade. Dizemos e fazemos coisas que não queremos e depois nos arrependemos. Causamos sofrimento a nós mesmos e aos outros, e de forma geral produzimos grande quantidade de destruição. Podemos ter a firme intenção de nunca mais fazer isso, mas sempre acabamos fazendo de novo. Por quê? Porque a força do hábito (vashana) acaba vencendo e nos levando de roldão. Precisamos da energia da atenção plena para perceber quando o hábito nos arrasta, e fazer cessar esse comportamento destrutivo. Com atenção plena, temos a capacidade de reconhecer a força do hábito a cada vez que ela se manifesta. ‘Alô força do hábito, sei que você está aí!’ Nessa altura, se conseguirmos simplesmente sorrir, o hábito perderá grande parte de sua força. A atenção plena é a energia que nos permite reconhecer a força do hábito e impedi-la de nos dominar”. - Thich Nhat Han.
“Vigilante entre os desatentos, desperto entre os sonolentos, o sábio abre caminho assim como um cavalo de guerra se distancia de um cavalo fraco”. - Shakyamuni Buda.
Saiba mais em: https://amenteemaravilhosa.com.br/thi...
livros de Thich Nhat Hanh:
Medo - Sabedoria Indispensável para Transpor a Tempestade: https://amzn.to/3rtKXRs
A Essência dos Ensinamentos de Buda: https://amzn.to/3kPMFvm
O Milagre da Atenção Plena: https://amzn.to/2V7JcNM
Lista de livros de Thich Nhat Hanh: https://amzn.to/3wVndXC
Tudo o que tem que fazer é parar todo o movimento da mente. Seja gentil com si mesmo. Abra seu coração e simplesmente seja. Apenas descanse em paz. Descanse naquilo que é sempre permanente e desapegue-se do resto. Tudo a que você é apegado, tudo que você ama, tudo que você sabe, algum dia irá embora.
Mergulhe profundamente em si mesmo e acorde na Realidade... Este momento está disponível agora mesmo... Olhe para este momento, para este instante de tempo, olha para ele agora, e veja como você se sente.
Papaji, ou Sri H.W.L. Poonja (1910 - 1997) foi um mestre de Advaita Vedanta discípulo de Ramana Maharshi e mestre de Mooji. Através de sua sabedoria profunda e autêntica Papaji ensinou a auto-inquirição (Atma-Vichara) que envolvia localizar o senso de “eu”, focalizando apenas nisso através de uma investigação direta. Entre 1991 e 1997, milhares de devotos desejando sinceramente por liberdade foram à Índia para se sentar em sua presença e receber seu “não ensino”, sua transmissão de mente silenciosa e a realização direta de Si Mesmo.
No vídeo abaixo seguem trechos de gravações em satsangs.
Papaji - Descanse em Eterna Paz
“Esta é uma boa prática: Manter a atenção em seu diamante e manter os ladrões longe dele.
Permanecer quieto, e estar ciente dos pensamentos.
Quando estiver ciente, você não terá nenhum pensamento, porque nenhum pensamento surge quando você observa.
Quando você faz isso, você está naturalmente na própria Consciência.
Nenhuma atenção, nenhuma intenção, simplesmente atenção.
Nenhuma luta entre o dentro e o fora, apenas fique relaxado e à vontade.
Sente-se quieto e observe a mente.
Ela vai querer ir aqui e ali para aproveitar as experiências passadas e os prazeres. Traga-a de volta.
Se você está ciente do ladrão ele não vai roubar você, mas se você não está ciente, então ele não vai deixar você ser feliz, ele vai roubar a propriedade da paz”.
- Papaji.
“Não há diferença entre olhar para dentro na realidade, e fora no sonho, a criação. Isto não pode ser explicado. Em silêncio, na quietude ou no campo de batalha - ainda estar tranquila no campo de batalha, ou nos altos picos do Himalaia, meditando com ninguém ao seu redor. Não existe qualquer diferença. Quer seja agora ou no próximo ano ou no próximo nascimento, não importa”. Papaji.
“Permaneça em Satsang, permaneça quieto, e sempre tenha amor pelo seu próprio Ser. Você não irá ganhá-lo por nenhuma tentativa ou esforço. São essas esperanças e desejos que ocultam a sempre-pura Consciência. Seu Eu Real pode se revelar num piscar de olhos, assim que você abandonar toda sua esperança e todo seu desejo, que são as doenças da mente”. Papaji.
“Os desejos são problemas quando deixam traços na mente. São os traços que são perigosos, e não os desejos em si. Quando um pássaro voa, ele não deixa marcas no ar. Quando um peixe nada, ele não deixa qualquer marca na superfície da água. Se nós pudéssemos viver sem deixar quaisquer traços e marcas na mente, nós não teríamos nenhum problema. Este ciclo interminável é alimentado pelo desejo, o desejo de desfrutar de objetos sensoriais em um corpo. Quando cessa o desejo, o ciclo cessa. Este aparentemente interminável ciclo de nascimentos e mortes cessa com a cessação do desejo. O universo cessa, como se nunca houvesse existido. É assim que é”. Papaji.