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domingo, 11 de agosto de 2019
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Nossa breve história...
O vídeo, de perspectiva cientificista e evolucionista, vale pela importante reflexão filosófica que suscita. Por meio das imagens, é possível refletir sobre a fragilidade, sobre a beleza e sobre as mazelas de nossos paradigmas, de nossas culturas, além de nos fazer pensar sobre o futuro que estamos desenhando coletivamente para nós e para nosso lar, o planeta que chamamos Terra.
Música: “Mind Heist”, de Zack Hemsey
"A história da humanidade torna-se cada vez mais uma corrida entre a educação e a catástrofe".
Henry Gordon Wells (1879 – 1954)
Música: “Mind Heist”, de Zack Hemsey
"A história da humanidade torna-se cada vez mais uma corrida entre a educação e a catástrofe".
Henry Gordon Wells (1879 – 1954)
sexta-feira, 3 de abril de 2015
a "crível" história do quilombo de Casimiro de Abreu
Pesquisadora resgata
história de quilombo dizimado por suíços em Casimiro de Abreu
Janeiro 2015. em Ecologia Humana
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Assunto foi tema da dissertação de mestrado de Renata em História, defendida há um ano, e deve virar livro
POR
STÉFANO SALLES
RIO - A existência de um bairro
chamado Quilombo, mas povoado por brancos de aspecto e hábitos europeus, sempre
intrigou tanto Renata Lima que ela levou o assunto para a faculdade de História
e transformou a localidade de Casimiro de Abreu em objeto de estudo. O assunto
foi tema de seu trabalho de conclusão de curso durante a graduação, mas a
pesquisa continuou no mestrado, defendido na UFF há um ano. Em um trabalho
minucioso, que agora dará origem a um livro, ela descobriu que a área fora
cedida pelo imperador Dom Pedro II a imigrantes suíços, que dizimaram os
quilombolas e seus descendentes.
Nos
períodos mais populosos, o Quilombo chegou a ter cerca de três mil moradores. A
localização do bairro, afastado da sede do município, e o bom solo, tornaram-no
uma área destinada à produção agrícola. Renata lamenta que a influência da
cultura africana seja tão desconhecida pela população da cidade. Na pesquisa,
ela encontrou um documento em que descendentes dos imigrantes propõem medidas
para minimizar a importância da influência africana na constituição do
município. De acordo com a estudiosa, os primeiros conflitos entre quilombolas
e suíços datam de 1823:
— Os
suíços dizimaram famílias inteiras de africanos. Encontrei até um mapa
revelando que os europeus queriam transformar o distrito onde está o Quilombo
em Nova Suíça, negando por completo o papel dos escravos e de seus descendentes
em nossa sociedade.
Os poucos
descendentes de quilombolas vivos ainda sofrem com as lembranças. O aposentado
Alci Silva tem, pelas contas da própria família, 103 anos. Ele nasceu e cresceu
no Quilombo, de onde, ao lado dos outros últimos sete moradores, foi expulso.
Mas, antes de fazer as malas, conquistou o coração de uma filha de suíços, com
quem teve três filhos. Lúcido, atualmente ele mora a 40 minutos do bairro, ao
qual preferiu não retornar para não sofrer.
— A terra
era muito boa para o plantio de trigo e de aipim. Trabalhávamos duro, mas era
bom viver lá. Não tenho ressentimentos, apenas saudade — garante.
domingo, 31 de agosto de 2014
A Princesa Isabel e a abolição da escravatura no Brasil
- Princesa Isabel
Ao longo do século XIX somente nove mulheres estiveram à frente do governo de seus países. Uma dessas mulheres foi a Princesa Isabel, filha do Imperador D. Pedro II, herdeira do trono brasileiro. Ela o substituiu três vezes como chefe de Estado, na condição de Princesa Regente.
Seu ato mais importante foi a assinatura da Lei Áurea, que libertou os escravos, em 13 de maio de 1888. Por isso, ela é lembrada na história brasileira como "A Redentora".
A Abolição também precipitou a "proclamação da República", que não hesitou em banir a Família Real. A princesa morreu no exílio, em 1921, sem nunca mais ter retornado em vida ao Brasil.
No dia da assinatura da Lei Áurea, o Barão de Cotegipe, favorável à escravidão e adversário político da Princesa Isabel, após cumprimentá-la, disse-lhe:
"Vossa Alteza libertou a raça, mas perdeu o trono".
Ao que a Princesa respondeu:
"mil tronos eu tivesse, mil tronos eu perderia para libertar os escravos do Brasil".
Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela
Gonzaga de Bragança e Bourbon, nasceu no Rio de Janeiro, aos 29 de julho de 1846. Foi a terceira chefe de Estado
e chefe de governo brasileira após sua avó Leopoldina e sua trisavó Maria I
Ao longo do século XIX somente nove mulheres estiveram à frente do governo de seus países. Uma dessas mulheres foi a Princesa Isabel, filha do Imperador D. Pedro II, herdeira do trono brasileiro. Ela o substituiu três vezes como chefe de Estado, na condição de Princesa Regente.
Seu ato mais importante foi a assinatura da Lei Áurea, que libertou os escravos, em 13 de maio de 1888. Por isso, ela é lembrada na história brasileira como "A Redentora".
A Abolição também precipitou a "proclamação da República", que não hesitou em banir a Família Real. A princesa morreu no exílio, em 1921, sem nunca mais ter retornado em vida ao Brasil.
No dia da assinatura da Lei Áurea, o Barão de Cotegipe, favorável à escravidão e adversário político da Princesa Isabel, após cumprimentá-la, disse-lhe:
"Vossa Alteza libertou a raça, mas perdeu o trono".
Ao que a Princesa respondeu:
"mil tronos eu tivesse, mil tronos eu perderia para libertar os escravos do Brasil".
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Entre Rios - documentário sobre a cidade de São Paulo
Entre Rios conta de modo rápido a história de São Paulo
e como essa está totalmente ligada com seus rios. Muitas vezes eles passam desapercebidos e
só se mostram quando chove e a cidade pára.
Mas onde estão esses rios? Alguns foram escondidos de nossa vista e outros vemos só de passagem.
O video foi realizado em 2009 como trabalho de conclusão de Caio
Silva Ferraz, Luana de Abreu e Joana Scarpelini no curso em Bacharelado
em Audiovisual no SENAC-SP,Mas onde estão esses rios? Alguns foram escondidos de nossa vista e outros vemos só de passagem.
LINK para o documentário aqui
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